Ministra dos Povos Indígenas é liberada após quatro dias de tratamento no Hospital das Clínicas da USP
A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, foi liberada após cinco dias de internação no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Ela apresentou sintomas graves como febre alta e dor abdominal ao entrar no hospital, mas seu quadro clínico melhorou significativamente nos últimos dias. A ministra respondeu bem ao tratamento recebido e agora está em boas condições físicas e nutricionais
Ministra dos Povos Indígenas é liberada após cinco dias internada em São Paulo
A ministra Sônia Guajajara, responsável pela pasta que cuida da política indigenista no Brasil, deixou o Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) na quinta-feira passada. A alta médica foi confirmada por meio de um boletim do Instituto do Coração (InCor), onde a ministra esteve internada há cinco dias.
Segundo os dados disponíveis, Sônia Guajajara apresentou sintomas graves quando entrou no hospital, como febre alta e dor abdominal. No entanto, nos últimos dias da sua estadia em São Paulo, o quadro clínico do ministra melhorou consideravelmente.
O boletim médico assinala que a ministra respondeu bem ao tratamento recebido durante a internação no hospital paulista e apresentava melhora contínua dos sintomas. Além disso, não houve episódios de febre recentes em seu período de recuperação.
A libertação da ministra foi anunciada após uma série de exames realizados pela equipe médica do InCor-SP. O hospital informou que a paciente está agora em boas condições físicas e nutricionais, alimentando-se normalmente sem apresentar dor ou outros problemas.
Logo após deixar o hospital paulista, Sônia Guajajara publicou uma mensagem nas redes sociais para expressar sua gratidão às equipes médicas do InCor-SP por todo apoio prestado durante a internação.