NASA divulga imagens de objetos espaciais que permanecem sem identificação técnica
A NASA divulgou imagens de fenômenos anômalos não identificados, incluindo registros das missões Apollo 12 e 17. O administrador Jared Isaacman informou que os dados foram publicados para análise de pesquisadores externos, mas ressaltou a ausência de evidências de vida extraterrestre
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A NASA registrou imagens de objetos espaciais que permanecem sem identificação, mesmo após a análise dos dados disponíveis. O administrador da agência, Jared Isaacman, confirmou a existência desses registros, que integram o estudo de fenômenos anômalos não identificados (UAP), termo adotado por órgãos americanos para substituir a nomenclatura de OVNI por abranger eventos que não possuem necessariamente a forma de naves.
Isaacman detalhou que certas capturas não puderam ser classificadas como satélites, cometas ou outros corpos celestes conhecidos. Entre os materiais, destacam-se documentos e imagens das missões Apollo 12 e Apollo 17, que exibem formas imprecisas no horizonte lunar. Tais registros podem representar anomalias ópticas, estrelas ou corpos espaciais, mas a ausência de dados conclusivos manteve esses arquivos na categoria de fenômenos não identificados.
A divulgação desses arquivos faz parte de uma política de transparência. De acordo com o administrador, a orientação da presidência foi de que os dados fossem publicados para que pesquisadores externos pudessem analisá-los, já que a agência não dispõe de tempo para processar todo o volume de informações.
Apesar do interesse institucional pelo tema, Isaacman enfatizou que a incapacidade de identificar os objetos não serve como prova de vida extraterrestre, e que não foram encontradas evidências de civilizações alienígenas nos registros.
O administrador projetou que a descoberta de vida fora da Terra poderá ocorrer nas próximas décadas, sugerindo que tal existência pode ser comum no universo. Ele apontou as amostras coletadas em Marte como um ponto crucial, pois a transferência e o estudo desses materiais na Terra podem revelar sinais de atividade microbiana antiga.