China classifica como preliminares os acordos comerciais firmados durante visita de Donald Trump a Pequim
O Ministério do Comércio da China definiu como preliminares os acordos agrícola, aeronáutico e tarifário firmados com Donald Trump. As negociações visam a redução de barreiras comerciais e a resolução de entraves sanitários e de exportação. O órgão chinês ainda não divulgou cronogramas, valores ou empresas envolvidas
O Ministério do Comércio da China classificou como preliminares os acordos nas áreas agrícola, aeronáutica e tarifária estabelecidos durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Pequim. O anúncio ocorreu neste sábado, após a saída de Trump da capital chinesa na sexta-feira (15), ao fim de dois dias de reuniões com o presidente Xi Jinping.
Apesar da retórica cordial e da pompa que marcaram os encontros, as discussões resultaram em poucos detalhes concretos sobre investimentos e comércio. No setor agrícola, o foco será a superação de barreiras não tarifárias e a melhoria do acesso aos mercados de ambos os países.
A agenda prevê que os Estados Unidos atuem para solucionar entraves chineses antigos, especificamente a detenção automática de produtos aquáticos e lácteos, a exportação de bonsai em meios de cultivo e o reconhecimento da província de Shandong como zona livre de gripe aviária. Em contrapartida, a China trabalhará para resolver demandas norte-americanas sobre o registro de instalações de carne bovina e a exportação de aves de estados específicos dos EUA.
Até o momento, o órgão chinês não divulgou cronogramas, valores, volumes de trocas ou a identificação das empresas envolvidas nos acordos.