Economia

Donald Trump viaja à China com executivos de tecnologia para discutir comércio e inteligência artificial

11 de Maio de 2026 às 15:27

Donald Trump viaja à China de 13 a 15 de maio para reunir-se com Xi Jinping. A comitiva inclui executivos de tecnologia e finanças para discutir tarifas, comércio e inteligência artificial. O objetivo é a assinatura de acordos comerciais entre governos e empresas

Donald Trump viaja à China com executivos de tecnologia para discutir comércio e inteligência artificial
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Donald Trump viaja à China entre 13 e 15 de maio para se reunir com o presidente Xi Jinping, marcando a primeira visita de um mandatário norte-americano ao país em quase dez anos. A comitiva presidencial inclui executivos de peso do setor tecnológico e financeiro, como Tim Cook (Apple) e Elon Musk (Tesla, SpaceX, xAI), além de representantes da Meta, Qualcomm, Boeing, Citigroup, Goldman Sachs, Blackstone e BlackRock.

O foco central do encontro recai sobre as tarifas e o comércio, com ênfase especial na inteligência artificial. A expectativa é que a visita resulte na assinatura de acordos comerciais tanto por parte do governo dos Estados Unidos quanto pelas empresas participantes junto a companhias chinesas.

Apesar da proximidade com Trump, Jensen Huang, CEO da NVIDIA, não integrará a viagem. A ausência reflete a estratégia da companhia, que prioriza o mercado norte-americano e não detém participação oficial no setor de IA da China. A NVIDIA concentra seus investimentos em fabricação nos EUA, com a provável formalização de um acordo com a Intel para a produção dos GPUs Feynman de próxima geração, além de priorizar o fornecimento das linhas Rubin e Blackwell para data centers e empresas de IA em solo americano.

O movimento ocorre em um momento de transição na política externa dos Estados Unidos, que substituiu a agressividade das tarifas e a guerra comercial do ano passado por uma postura mais branda. Embora as conversas tecnológicas entre as duas potências sejam retomadas, a tendência é de uma aproximação gradual, mantendo as reservas bilaterais em vez de acordos imediatos de larga escala.

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