Mark Cuban vende a maior parte de seus Bitcoins por falta de utilidade como refúgio financeiro
Mark Cuban vendeu a maior parte de seus Bitcoins por considerar que o ativo não funcionou como refúgio financeiro em crises. O empresário justificou a decisão citando a queda da criptomoeda frente à valorização do ouro e a falta de utilidade prática para o consumidor
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Mark Cuban vendeu a maior parte de suas posições em Bitcoin após concluir que o ativo não cumpriu a função de refúgio financeiro em períodos de instabilidade. O investidor, também proprietário do Dallas Mavericks, justificou a decisão ao observar que a criptomoeda não se comportou como uma alternativa viável ao dinheiro tradicional ou como uma versão aprimorada do ouro durante crises geopolíticas e a desvalorização do dólar.
A frustração de Cuban baseia-se na divergência de desempenho entre o metal precioso e o ativo digital. Enquanto o ouro atingiu a marca de 5.000 dólares em momentos de tensão, como nos conflitos envolvendo o Irã, o Bitcoin apresentou queda, contrariando a expectativa de que subiria diante da fraqueza da moeda americana.
Além da falha como cobertura de risco, o empresário aponta a ausência de utilidade prática para o consumidor comum, afirmando que o setor ainda não desenvolveu aplicações escaláveis para o uso cotidiano. Essa visão ecoa críticas feitas por ele em 2019, quando o Bitcoin cotava abaixo de 10.000 dólares e ele comparou a utilidade do ativo à de bananas.
Embora tenha se desfeito de grande parte de seus Bitcoins, Cuban mantém uma percepção menos negativa sobre o Ethereum. Em contrapartida, classificou as memecoins como lixo. As declarações foram concedidas em entrevista ao Front Office Sports e compartilhadas posteriormente pelo apresentador Daniel Roberts na rede social X.