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Cole Allen nega acusações de tentativa de assassinato contra Donald Trump em primeira audiência judicial

11 de Maio de 2026 às 12:45

Cole Allen, de 31 anos, declarou-se inocente nesta segunda-feira (11) das acusações de tentativa de assassinato de Donald Trump e agressão a agente federal. O réu é acusado de tentar invadir um jantar na Casa Branca com uma espingarda no dia 25 do mês passado

Cole Allen, de 31 anos, declarou-se inocente nesta segunda-feira (11) durante a primeira audiência com o juiz Trevor McFadden, responsável por presidir o caso. O réu, que compareceu ao tribunal algemado e vestindo o uniforme da prisão, teve todas as acusações negadas por sua defesa.

O processo judicial baseia-se em um ataque frustrado ocorrido no dia 25 do mês passado, durante um jantar do presidente Donald Trump com jornalistas na Casa Branca. De acordo com a promotoria, Allen utilizou uma espingarda para tentar invadir o evento com o objetivo de assassinar o presidente e outros membros de sua administração.

Imagens divulgadas no dia 30 de abril pela procuradora-geral do Distrito de Colúmbia, Jeanine Pirro, detalham a dinâmica da invasão. O material mostra o suspeito correndo por um detector de metais e disparando contra um agente do Serviço Secreto em um ponto de controle de segurança. O agente foi atingido à queima-roupa e revidou com cinco tiros.

Allen não foi atingido pelos disparos da segurança, mas caiu após ferir o joelho, sendo imobilizado por agentes próximos à escadaria do salão onde ocorria o jantar. Embora o governo dos Estados Unidos negue, o episódio levantou questionamentos sobre a origem do disparo que feriu o agente do Serviço Secreto, cogitando-se a possibilidade de fogo amigo.

As acusações contra Cole Allen incluem tentativa de assassinato, agressão a agente federal, disparo de arma de fogo durante crime de violência e o transporte ilegal de munições e armas entre fronteiras estaduais.

Em paralelo ao processo, o caso trouxe à tona a segurança presidencial. Donald Trump sugeriu que não pretende utilizar coletes à prova de balas em compromissos públicos, justificando que a peça acrescentaria peso excessivo à sua aparência. No âmbito jurídico, um magistrado apresentou desculpas a Allen, há uma semana, devido ao tratamento recebido pelo detento em uma unidade prisional de Washington D.C.

Com informações de G1

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