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Estados Unidos e Israel atacam escolas civis no Irã, deixam mais de 200 mortos

01 de Março de 2026 às 06:01

Mais de 200 pessoas morreram e centenas ficaram feridas em ataques militares dos EUA e Israel contra o Irã. A ofensiva foi motivada pela disputa sobre a possibilidade do desenvolvimento nuclear iraniano. Vários países condenaram os atos violentos da coalizão liderada pelos EUA e Israel, incluindo o Brasil que se juntou ao protesto internacional

O confronto militar entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã desencadeou uma onda de violência que deixou mais de 200 pessoas mortas e centenas feridas em solo iraniano. A ofensiva, iniciada no sábado (28), foi motivada pela disputa sobre a possibilidade do desenvolvimento nuclear pelo país.

A escolha da alvo pode ser vista como uma tentativa deliberada para causar danos civis. Um dos ataques mais devastadores ocorreu em uma escola de meninas na cidade de Minab, sul do Irã, onde ao menos 85 alunos perderam a vida e outras 60 ficaram feridas.

A reação internacional foi imediata e contundente. Vários países condenaram os atos violentos da coalizão liderada pelos Estados Unidos e Israel. A Organização das Nações Unidas (ONU) chamou por um cessar-fogo na região, enquanto o Brasil se juntou a outras vozes em protesto contra as ações militares.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu os ataques como uma medida necessária para proteger seus cidadãos. No entanto, essa justificativa foi questionada por especialistas que apontam a complexidade da questão nuclear iraniana e o papel das potências mundiais na regulação dos armamentos nucleares.

Em resposta aos ataques, o Irã lançou uma série de contra-ataques sobre países vizinhos que abrigam bases militares americanas. O vice-ministro das Relações Exteriores do país afirmou que a defesa é um direito fundamental e necessário para proteger sua soberania.

A escalada da tensão na região não apenas coloca em risco a estabilidade política, mas também ameaça o equilíbrio regional. A crise pode ter implicações globais, especialmente considerando as complexidades do conflito nuclear entre os Estados Unidos e o Irã.

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