Guarda costeira de Taiwan mobiliza embarcações para conter operação chinesa nas proximidades das Ilhas Pratas
A guarda costeira de Taiwan mobilizou embarcações para conter navios chineses que realizaram uma operação coordenada nas proximidades das Ilhas Pratas. Pequim alegou a execução de atividades de aplicação da lei, enquanto Taipei classificou a ação como violação do direito internacional
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A guarda costeira de Taiwan mobilizou embarcações para conter uma operação chinesa realizada nas águas a leste da ilha, classificada por Taipei como uma violação do direito internacional. A movimentação ocorreu após navios da China, incluindo uma unidade de levantamento oceanográfico e outra da guarda costeira, executarem uma ação coordenada nas proximidades das Ilhas Pratas.
O controle da região das Ilhas Pratas é exercido por Taiwan, mas a área é considerada vulnerável por estar a mais de 400 km da ilha principal, o que a torna um ponto estratégico e alvo frequente de incursões militares e quase militares de Pequim. Durante a operação, as embarcações chinesas alegaram estar realizando atividades de aplicação da lei e afirmaram que o destino de Taiwan seria a reunificação nacional.
Em resposta, as tripulações taiwanesas exigiram a interrupção de atos que prejudicam a paz, defendendo que a democracia é o caminho correto para o serviço ao país. O governo de Taiwan afirmou que a China tenta estabelecer uma falsa ilusão de jurisdição sobre a área e reiterou que a soberania marítima da ilha não aceita provocações.
Joseph Wu, secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, descreveu a conduta de Pequim como a de um agressor que gera instabilidade em toda a região. A guarda costeira de Taiwan informou que monitorou todo o processo e despachou os meios necessários para responder adequadamente à incursão.