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Imagens de marcas na mão de Donald Trump voltam a gerar repercussão durante cúpula do G7

16 de Junho de 2026 às 18:09

Imagens de marcas na mão direita de Donald Trump durante a cúpula do G7 reacenderam discussões sobre sua saúde. A Casa Branca atribui as manchas ao uso de aspirina e a apertos de mão, além de ter diagnosticado insuficiência venosa crônica. Registros indicam que o presidente utilizou maquiagem para ocultar as marcas em diversas ocasiões

Imagens de marcas na mão de Donald Trump voltam a gerar repercussão durante cúpula do G7
REUTERS/Christian Hartmann

Novas imagens de marcas incomuns na mão direita de Donald Trump voltaram a gerar repercussão nesta terça-feira (16), durante a cúpula do G7, enquanto o presidente dos Estados Unidos participava de uma sessão de trabalho com líderes e parceiros de investimentos internacionais. O episódio é o mais recente de uma série de registros ao longo de 2025 que mostram a mão do mandatário com hematomas ou cobertos por maquiagem.

A Casa Branca já havia confirmado a presença de manchas roxas na pele do presidente em julho do ano passado, período em que o governo anunciou o diagnóstico de insuficiência venosa crônica. De acordo com a porta-voz Karoline Leavitt, Trump foi submetido a exames de sangue, ultrassom e avaliação médica devido a hematomas nas mãos e inchaço nas pernas. Em memorando assinado pelo médico Sean Barbabella, a administração informou que a condição é benigna e comum em pessoas com mais de 70 anos, descartando a existência de trombose, doenças sistêmicas, comprometimento renal ou insuficiência cardíaca.

Sobre a coloração específica da mão direita, a Casa Branca atribuiu as manchas ao uso de aspirina e à frequência dos apertos de mão realizados pelo presidente. Essa mesma justificativa foi utilizada em fevereiro de 2025, quando a imprensa americana reportou a coloração arroxeada no membro.

A tentativa de ocultar as marcas também foi observada em diferentes momentos. Em agosto do ano passado, Trump utilizou maquiagem na mão direita e adotou gestos para esconder o dorso da mão durante entrevistas. Em maio, ao embarcar para o Catar, o presidente foi fotografado com a mão amarelada, indicando o uso de cosméticos para camuflar a mancha. O padrão de uso de maquiagem persistiu nas semanas seguintes, com registros semelhantes durante a cúpula da Otan, em junho, e em eventos recentes.

A insuficiência venosa crônica diagnosticada no presidente ocorre quando lesões nas veias das pernas impedem o fluxo sanguíneo normal, dificultando o retorno do sangue ao coração. A predisposição para essa condição envolve fatores como idade, hereditariedade, obesidade, gravidez, tempo prolongado em pé ou o uso de anticoncepcionais à base de estrógeno.

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