Jantar com correspondentes da Casa Branca é reagendado para julho após ataque armado em abril
O jantar com correspondentes da Casa Branca foi reagendado para 24 de julho após um ataque armado em 25 de abril. Cole Tomas Allen, de 31 anos, disparou contra um agente de segurança, mas não houve vítimas. O evento original foi interrompido para a retirada de autoridades do local
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O jantar com os correspondentes credenciados na Casa Branca foi reagendado para o dia 24 de julho, após ter sido interrompido por um ataque armado em 25 de abril. O presidente Donald Trump, que foi convidado a discursar na nova data, comentou a remarcação do evento, que seria o primeiro encontro tradicional entre a atual gestão republicana e a imprensa.
No dia do incidente, disparos foram ouvidos no salão enquanto as autoridades estavam no palco e os convidados iniciavam a refeição. Agentes do Serviço Secreto intervieram rapidamente, retirando do local o presidente, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance. Também foram evacuados o diretor do FBI, Kash Patel, e os secretários de Estado e de Guerra. Durante a ação, os jornalistas permaneceram no recinto para a realização de checagens de segurança.
O ataque foi executado por Cole Tomas Allen, um cidadão americano de 31 anos, natural de Torrance, na Califórnia. Engenheiro mecânico, desenvolvedor de jogos e ex-professor particular, Allen disparou contra um agente de segurança, mas o projétil atingiu o colete à prova de balas do oficial. Não houve outras vítimas.
Relatos de profissionais de imprensa, incluindo a correspondente Raquel Krahenbuhl, apontam que o esquema de segurança no evento era insuficiente, limitando-se à conferência de ingressos, sem a realização de revistas. A situação gerou pânico generalizado, levando os presentes a buscarem abrigo sob as mesas até que a equipe de segurança pudesse retirar as autoridades do salão e seguir os protocolos de proteção.