Líder de grupo extremista é condenado a 15 anos de prisão por planejar ataques em Nova York
Michail Chkhikvishvili, líder do grupo Maniac Murder Cult, foi condenado a 15 anos de prisão por incitar crimes de ódio e instruir a fabricação de bombas e ricina. O georgiano planejou ataques racistas em Nova York, incluindo a distribuição de doces envenenados a crianças, mas foi desarticulado pelo FBI
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/6/f/R7CdAoTx6SrcOx2w9i1w/2025-01-24t164228z-1413326106-rc2ga8aorfdz-rtrmadp-3-usa-trump-migration-military.jpg)
Um homem de nacionalidade georgiana, líder do grupo extremista internacional Maniac Murder Cult, foi condenado a 15 anos de prisão nesta quarta-feira (13). Michail Chkhikvishvili, conhecido como "Comandante Carniceiro", recebeu a sentença da juíza Carol Bagley Amon após admitir a culpa por incitar crimes de ódio e fornecer instruções para a fabricação de bombas e ricina, toxina letal derivada da mamona.
A condenação ocorreu após o réu planejar ataques violentos em Nova York, motivados por ideologias racistas. Entre as ações coordenadas por Chkhikvishvili, a promotoria destacou a tentativa de recrutar um colaborador para se fantasiar de Papai Noel e distribuir doces envenenados a crianças de minorias étnicas.
O esquema foi desarticulado por meio de uma operação de infiltração do FBI. Através do aplicativo Telegram, o líder do grupo tentou convencer um agente infiltrado a realizar incêndios e atentados a bomba direcionados a judeus e minorias raciais.
Extraditado da Moldávia para o Brooklyn em maio de 2025, Chkhikvishvili formalizou a confissão de seus crimes em novembro. De acordo com o procurador-geral adjunto John Eisenberg, o condenado utilizava sua posição de liderança para recrutar indivíduos que pudessem executar atos violentos em apoio às teses do grupo.