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Líder de grupo extremista é condenado a 15 anos de prisão por planejar ataques em Nova York

13 de Maio de 2026 às 18:03

Michail Chkhikvishvili, líder do grupo Maniac Murder Cult, foi condenado a 15 anos de prisão por incitar crimes de ódio e instruir a fabricação de bombas e ricina. O georgiano planejou ataques racistas em Nova York, incluindo a distribuição de doces envenenados a crianças, mas foi desarticulado pelo FBI

Líder de grupo extremista é condenado a 15 anos de prisão por planejar ataques em Nova York
REUTERS/Jose Luis Gonzalez

Um homem de nacionalidade georgiana, líder do grupo extremista internacional Maniac Murder Cult, foi condenado a 15 anos de prisão nesta quarta-feira (13). Michail Chkhikvishvili, conhecido como "Comandante Carniceiro", recebeu a sentença da juíza Carol Bagley Amon após admitir a culpa por incitar crimes de ódio e fornecer instruções para a fabricação de bombas e ricina, toxina letal derivada da mamona.

A condenação ocorreu após o réu planejar ataques violentos em Nova York, motivados por ideologias racistas. Entre as ações coordenadas por Chkhikvishvili, a promotoria destacou a tentativa de recrutar um colaborador para se fantasiar de Papai Noel e distribuir doces envenenados a crianças de minorias étnicas.

O esquema foi desarticulado por meio de uma operação de infiltração do FBI. Através do aplicativo Telegram, o líder do grupo tentou convencer um agente infiltrado a realizar incêndios e atentados a bomba direcionados a judeus e minorias raciais.

Extraditado da Moldávia para o Brooklyn em maio de 2025, Chkhikvishvili formalizou a confissão de seus crimes em novembro. De acordo com o procurador-geral adjunto John Eisenberg, o condenado utilizava sua posição de liderança para recrutar indivíduos que pudessem executar atos violentos em apoio às teses do grupo.

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