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Toledo utiliza drones para combater larvas de mosca preta no rio Tejo com controle biológico

21 de Maio de 2026 às 09:11

A prefeitura de Toledo, na Espanha, utiliza drones da empresa Lokímica para aplicar uma bactéria modificada contra larvas de mosca preta no rio Tejo. A operação foca nas áreas de Tenerías e Santa María de Benquerencia para prevenir a praga antes do verão. Técnicos realizarão amostragens quinzenais para monitorar a eficácia do controle biológico

Toledo utiliza drones para combater larvas de mosca preta no rio Tejo com controle biológico
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A prefeitura de Toledo, na Espanha, implementou um sistema de fumigação aérea via drones para combater a proliferação de larvas da mosca preta no rio Tejo. A medida visa reduzir a população do inseto antes do verão, período em que a praga costuma causar ferimentos, inflamações e reações alérgicas nos moradores da região.

A operação, executada pela empresa Lokímica, concentra-se em pontos estratégicos do leito do rio, com foco na área de Tenerías e no bairro de Santa María de Benquerencia. A tecnologia de drones foi adotada para viabilizar a intervenção em locais de difícil acesso terrestre, onde a correnteza e a geografia do terreno dificultariam a aplicação manual.

O controle biológico utiliza uma bactéria modificada, autorizada pelo Ministério da Saúde, que ataca especificamente as larvas de mosquitos e moscas pretas, preservando as demais espécies e o ecossistema fluvial. O produto é liberado em pontos precisos para que a própria correnteza do Tejo distribua a substância pelo trecho urbano.

De acordo com Rubén Lozano, vereador de Meio Ambiente, Rio Tejo e Esportes, a ação preventiva ocorre em um momento crítico de elevação das temperaturas. Diferente da mosca comum, a mosca preta morde a pele para se alimentar de sangue, o que pode gerar quadros clínicos que demandam assistência médica.

A iniciativa integra o calendário anual de controle de pragas de Toledo, que abrange também o combate a roedores e outros insetos. Para monitorar a eficácia do tratamento, técnicos realizarão amostragens a cada 15 dias, definindo a necessidade de novas intervenções ao longo da estação quente.

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