Política

Caiado afirma que Flávio Bolsonaro não tem condições de derrotar Lula nas eleições de outubro

16 de Junho de 2026 às 06:16

Ronaldo Caiado afirmou que Flávio Bolsonaro não tem condições de vencer Lula nas eleições de outubro. Pesquisa Quaest indica Lula com 44% e Flávio com 38% em cenário de segundo turno. No confronto direto entre Lula e Caiado, as intenções de voto são de 45% e 35%, respectivamente

Caiado afirma que Flávio Bolsonaro não tem condições de derrotar Lula nas eleições de outubro
LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) não possui mais condições de derrotar o presidente Lula (PT) no pleito de outubro, posicionando-se como a alternativa com maior viabilidade para vencer o petista em um eventual segundo turno. A análise do pré-candidato à Presidência baseia-se em dados recentes de intenções de voto que indicam a retração do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a pesquisa Quaest divulgada no dia 10, Lula lidera com 44% das intenções de voto contra 38% de Flávio Bolsonaro em um cenário de segundo turno. No confronto direto entre Lula e Caiado, o presidente soma 45% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Goiás registra 35%.

Os números atuais encerram o período de empate técnico observado em levantamentos anteriores. Em maio, a diferença era de apenas um ponto percentual, com Lula detendo 42% e Flávio Bolsonaro 41%. Já em abril, o senador aparecia numericamente à frente, com 42% contra 40% do atual presidente. Caiado defendeu que a leitura do cenário político deve se pautar por esses dados concretos e pela realidade atual, embora não tenha previsto a extensão da queda do adversário.

Sobre a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, Caiado declarou que a crítica a possíveis casos de corrupção não deve ser restrita a políticos de esquerda. O pré-candidato pontuou que o senador precisará prestar explicações ao próprio partido e ao eleitor brasileiro, relacionando esse contexto ao impacto negativo nas pesquisas.

No campo da segurança pública, o ex-governador mencionou a invasão de prédios pelo Comando Vermelho no Rio de Janeiro para argumentar que sua eventual eleição para a Presidência permitiria a retomada da cidadania dos moradores frente ao crime organizado.

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