Política

Caiado afirma que política econômica do governo federal beneficia o Paraguai em prejuízo do Brasil

30 de Junho de 2026 às 12:22

Ronaldo Caiado criticou a política econômica do governo federal, alegando que a carga tributária brasileira favorece o Paraguai. O pré-candidato acusou o PT de conivência com o narcotráfico e defendeu a aplicação do modelo prisional de Goiás no país

O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), criticou a política econômica do governo federal, afirmando que as medidas adotadas por Luiz Inácio Lula da Silva beneficiam o Paraguai em prejuízo do Brasil. Em entrevista ao programa "Questão de Cidadania", da Rede Gospel FM, o ex-governador de Goiás utilizou a ironia para classificar o atual presidente como o melhor mandatário da história do país vizinho.

A análise de Caiado baseou-se em uma visita recente à Rua 25 de Março, em São Paulo, onde observou que comerciantes estão transferindo seus negócios para o Paraguai para evitar a carga tributária brasileira. Durante a conversa, o político contrastou a gestão do governo federal com seus dois mandatos em Goiás, abordando áreas como saúde, educação, segurança pública e o sistema prisional.

No campo da segurança, o pré-candidato acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) de conivência com o narcotráfico, mencionando a denúncia de um ex-vereador de São Paulo por ligações com o crime organizado em 2014. Caiado estimou que entre 50 e 60 milhões de brasileiros estejam sob o domínio de facções criminosas, que já teriam infiltrado setores da economia formal, incluindo supermercados, coleta de lixo, transporte urbano, fintechs e bancos.

O ex-governador questionou a postura do presidente Lula no combate ao narcotráfico, alegando que o petista teria amenizado a responsabilidade do Brasil no tema e contestado a entrada de armas provenientes dos Estados Unidos. Como alternativa, defendeu a implementação do modelo prisional de Goiás, que utiliza scanners corporais, monitoramento ambiental, bloqueio de celulares e a proibição de visitas íntimas para impedir que lideranças criminosas comandem operações de dentro dos presídios.

Com informações de G1

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