Datafolha divulga nova pesquisa sobre sucessão presidencial com a inclusão de novos nomes de pré-candidatos
O Datafolha divulga nesta sexta-feira (19) pesquisa sobre a sucessão presidencial com 13 nomes testados no primeiro turno e três cenários de segundo turno. O levantamento avalia a gestão de Lula, indicadores econômicos, a classificação de facções brasileiras como terroristas e a redução da maioridade penal. O estudo analisa também a percepção do eleitorado sobre a substituição de trabalhadores por inteligência artificial
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O Datafolha inicia, nesta sexta-feira (19), a divulgação de um novo levantamento sobre a sucessão presidencial, ampliando o leque de pré-candidatos testados com a entrada de nomes como Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC). No total, 13 nomes serão submetidos à avaliação dos entrevistados em cenários de primeiro turno, incluindo Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB).
A pesquisa também projeta três cenários para eventuais disputas de segundo turno. O estudo anterior, realizado em maio, indicava que Lula detinha 40% das intenções de voto contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno, evidenciando um crescimento de seis pontos na vantagem do presidente. Naquela ocasião, em um confronto direto no segundo turno, Lula registrava 47% e Flávio Bolsonaro 43%. Contra Romeu Zema e Ronaldo Caiado, o atual presidente somava 48%, enquanto ambos os adversários registravam 39%.
Além do cenário eleitoral, o instituto medirá a percepção do eleitorado sobre indicadores econômicos e a avaliação da gestão de Lula. O questionário aborda a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, investigando se houve influência do senador Flávio Bolsonaro junto ao governo de Donald Trump.
A sondagem inclui ainda a opinião pública sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, proposta aprovada recentemente por 44 votos a 18 em comissão da Câmara dos Deputados. Por fim, a pesquisa analisa o impacto da inteligência artificial no cotidiano, com foco no receio de substituição de trabalhadores.