Empresas disputam a criação do 'iPhone da Inteligência Artificial', com lançamento previsto em 2027
A Mobile World Congress em Barcelona será palco para a apresentação de produtos e discussões sobre padrões futuros da tecnologia. Empresas do setor buscam criar um dispositivo simples e acessível que substitua o smartphone como centro da vida digital. A OpenAI está desenvolvendo um dispositivo com inteligência artificial multimodais, capaz de entender contexto e adaptar comportamento ao usuário
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A corrida para criar o "iPhone da inteligência artificial" está em pleno andamento. A Mobile World Congress, a maior feira de tecnologia do mundo, será palco para a apresentação dos últimos produtos e discussões sobre os padrões que moldarão o futuro da tecnologia.
As principais empresas do setor estão se reunindo em Barcelona com um objetivo claro: criar um dispositivo que substitua o smartphone como centro da vida digital. A ideia é que esse dispositivo seja simples, acessível e fácil de usar para o público em geral.
A busca pelo "iPhone da inteligência artificial" tem muitos nomes e sobrenomes, mas dois dos principais candidatos são Sam Altman, líder da OpenAI, e Jony Ive, designer que trabalhou na Apple por mais de 20 anos. A OpenAI está desenvolvendo um dispositivo que utilize a inteligência artificial multimodais, tecnologia já vista em assistentes virtuais como Alexa e Google Assistant.
A interface do usuário não passará tanto por uma tela cheia de aplicativos. Em vez disso, o dispositivo será capaz de entender o contexto, reconhecer gestos e estados de humor do usuário e adaptar seu comportamento para atender às suas necessidades.
O telefone com braço robótico que será apresentado no congresso é um exemplo desse conceito. A ideia é que o dispositivo combine vários produtos em um só: smartphone, gimbal e câmera que se move de forma autônoma para seguir o usuário ou estabilizar a imagem.
A produção em massa do "iPhone da inteligência artificial" ainda não está prevista, mas as estimativas apontam para 2027. Isso significa que a corrida já começou, mesmo que o produto ainda não exista.
Enquanto isso, outras empresas estão apostando em tecnologias alternativas como óculos inteligentes e dispositivos acessórios. A sensação é de que todas as empresas estão tentando encontrar o formato certo para tornar a inteligência artificial mais acessível para o público em geral.
A urgência na indústria é clara: não apenas os novos smartphones, mas também uma nova narrativa para o dispositivo móvel. O iPhone da inteligência artificial ainda não existe, mas todos estão agindo como se ele fosse inevitável.