NASA Escolhe Mascote Inusitado para Missão Espacial ao Redor da Lua: 'Rise' o Boneco de Pelúcia com Boné Planetário
A NASA está preparando a missão Artemis II para enviar astronautas ao redor da Lua em abril. O agente espacial escolheu um mascote inusitado chamado "Rise", um boneco de pelúcia com boné, entre mais de 2.600 propostas recebidas do mundo todo. Rise será suspenso dentro da nave e indicará que os astronautas estão prontos para realizar as manobras necessárias em zona de gravidade zero
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A NASA está prestes a dar um salto importante na exploração espacial com a missão Artemis II, que visa enviar astronautas ao redor da Lua em abril. Para garantir uma experiência segura e eficaz para os tripulantes, o agente espacial estadunidense escolheu um mascote inusitado: "Rise", um boneco de pelúcia com um boné de beisebol planetário.
Criado por Lucas Ye, aluno do ensino fundamental da Califórnia nos EUA, Rise foi selecionado entre mais de 2.600 propostas recebidas em todo o mundo para participar do concurso Moon Mascot: NASA Artemis II ZGI Design Challenge. O mascote será suspenso por uma corda dentro da nave espacial e começará a flutuar quando os astronautas entrarem na zona de gravidade zero, indicando assim que estão prontos para realizar as manobras necessárias.
Rise não é o primeiro mascote a ser levado ao espaço. Em 1961, Yuri Gagarin usou uma pequena boneca como companhia durante sua viagem tripulada à órbita da Terra. Desde então, brinquedos têm sido utilizados para indicar gravidade zero em missões espaciais.
A escolha de Rise é um passo importante na preparação dos astronautas para a missão Artemis II e pode ser considerado como uma tendência futura na confecção de personagens. O mascote também precisa atender a critérios específicos, incluindo tamanho e peso limitados, bem como materiais exclusivos.
A missão Artemis II é um marco importante para o programa espacial estadunidense e pode ser considerada uma etapa crucial na exploração da Lua. A escolha de Rise como mascote demonstra a importância do detalhe e da precisão em operações complexas, onde cada elemento pode fazer toda a diferença.