Tecnologia

Nova planta de pirólise em Cuiabá vai processar 20 mil toneladas de pneus por ano

05 de Março de 2026 às 15:21

A empresa Bio5 anunciou o início da construção da primeira planta de pirólise industrial de grande porte no Brasil em Cuiabá (MT). A unidade terá capacidade para processar 20 mil toneladas de pneus inservíveis por ano e produzir eletricidade suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 28 mil habitantes

Em Pilar, na Região Metropolitana de Maceió, a empresa Alagoas Ambiental opera uma usina inovadora que transforma pneus descartados em combustível industrial e matéria-prima reciclável. Com capacidade para processar até duas toneladas de pneus por hora, essa unidade é capaz de triturar aproximadamente 3 mil pneus por dia.

A tecnologia utilizada pela Alagoas Ambiental é baseada na trituração industrial, que reduz a borracha em pedaços menores. Após esse processo, os fragmentos passam por uma peneira classificadora, transformando o material em chips de borracha com cerca de 50 milímetros de diâmetro.

No entanto, é na pirólise de pneus que se encontra a tecnologia mais avançada para aproveitar todos os componentes do pneu. Esse processo consiste em aquecer os pneus em reatores fechados sem presença de oxigênio, normalmente a temperaturas entre 400°C e 600°C.

A pirólise gera três produtos principais simultaneamente: óleo industrial, negro de fumo e gás. Segundo especialistas da empresa espanhola Greenval Technologies, essa tecnologia pode gerar até seis vezes menos emissões de CO₂ em comparação com métodos tradicionais de combustão.

No Brasil, a Pioneiro Ecometais é uma das empresas que já opera a tecnologia de pirólise em escala industrial. Com capacidade para processar 2.537 toneladas de pneus descartados no primeiro semestre de 2024, essa empresa gera:

  • Óleo industrial suficiente para abastecer fábricas por mais de um ano;
  • Negro de fumo que pode ser utilizado como combustível em fornos industriais.

Além disso, a Pioneiro Ecometais também recicla cerca de 6 mil toneladas de pneus até o ano de 2018. Esse número é impressionante e demonstra a eficiência da tecnologia de pirólise na redução do impacto ambiental causado pelo descarte inadequado dos pneus.

Agora, um novo projeto busca ampliar essa escala. A empresa Bio5 anunciou a construção da primeira planta de pirólise industrial de grande porte no Brasil, localizada em Cuiabá, Mato Grosso. Com investimento previsto de R$ 100 milhões e tecnologia importada da China e dos Estados Unidos, essa unidade terá capacidade para processar 20 mil toneladas de pneus inservíveis por ano.

Além disso, a planta também será capaz de produzir eletricidade suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 28 mil habitantes. O plano de expansão prevê investimentos adicionais de R$ 500 milhões em novas plantas para reciclar até 20% dos pneus descartados no Brasil.

A tecnologia da pirólise não elimina os compostos químicos presentes na borracha, mas sim os transforma em produtos industriais antes que sejam liberados de forma descontrolada no ambiente. O óleo é recuperado como combustível, o negro de fumo retorna como matéria-prima para novas borrachas e o aço estrutural é reciclado.

Com esses avanços tecnológicos e iniciativas empreendedoras, está claro que há um espaço enorme para crescimento da reciclagem de pneus no país. É nesse intervalo entre as 400 toneladas mensais processadas em Pilar e as 20 mil toneladas anuais projetadas para Cuiabá que o futuro de um dos resíduos mais duráveis da sociedade moderna ainda está sendo definido.

O Brasil já possui tecnologia disponível, capacidade industrial inicial e uma grande oferta de matéria-prima: milhões de pneus descartados todos os anos. O desafio agora é ampliar a escala dessas soluções para transformar a gestão de resíduos em uma nova cadeia industrial de energia, materiais e reciclagem.

A tecnologia da pirólise não apenas reduz o impacto ambiental causado pelo descarte inadequado dos pneus como também gera produtos industriais valiosos. Com esses avanços, é possível imaginar um futuro onde a reciclagem de pneus seja uma prática comum e eficiente no país.

A iniciativa da Bio5 em construir uma planta de pirólise industrial de grande porte é um passo importante nessa direção. Além disso, o plano de expansão prevê investimentos adicionais para reciclar até 20% dos pneus descartados no Brasil.

É hora de aproveitar a tecnologia disponível e ampliar a escala dessas soluções para transformar a gestão de resíduos em uma nova cadeia industrial de energia, materiais e reciclagem. Com esses avanços, é possível imaginar um futuro onde os pneus sejam tratados como recursos valiosos ao invés de lixo.

Agora é hora de agir para transformar a gestão de resíduos em uma nova cadeia industrial de energia, materiais e reciclagem. Com esses avanços tecnológicos e iniciativas empreendedoras, está claro que há um espaço enorme para crescimento da reciclagem de pneus no país.

Agora é hora de aproveitar a oportunidade para transformar os resíduos em recursos valiosos. É nesse intervalo entre as 400 toneladas mensais processadas em Pilar e as 20 mil toneladas anuais projetadas para Cuiabá que o futuro de um dos resíduos mais duráveis da sociedade moderna ainda está sendo definido.

Agora é hora de agir. É hora de aproveitar a tecnologia disponível e ampliar a escala dessas soluções para transformar a gestão de resíduos em uma nova cadeia industrial de energia, materiais e reciclagem. Com esses avanços, é possível imaginar um futuro onde os pneus sejam tratados como recursos valiosos ao invés de lixo.

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