Satélite Starlink apresenta anormalidade em órbita e perde contato com espaçonave mais próxima
Um satélite da SpaceX apresentou anormalidade em órbita no domingo (29), a uma altitude de 560 quilômetros, perdendo contato com a espaçonave mais próxima. A empresa confirmou o episódio e disse que continuará monitorando o satélite e quaisquer detritos rastreáveis. Imagens sugerem que o satélite pode ter se desintegrado em várias partes no espaço
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Um satélite da SpaceX, responsável pelo serviço de internet via satélite Starlink do bilionário Elon Musk, apresentou uma anormalidade em órbita no domingo (29). O problema levantou preocupações sobre os riscos para futuras missões espaciais. A anomalia ocorreu a uma altitude de 560 quilômetros e fez com que o satélite perdesse contato com a espaçonave mais próxima.
A SpaceX confirmou o episódio em um comunicado publicado na rede social X, afirmando que os detritos não representam ameaça iminente nem ao lançamento da missão Artemis II, pela NASA hoje (1º de abril), ou à Estação Espacial Internacional. No entanto, a empresa admitiu que continuará monitorando o satélite e quaisquer detritos rastreáveis.
Imagens divulgadas pela LeoLabs sugerem que o satélite possa ter se desintegrado, com dezenas de objetos detectados nas proximidades do Starlink-34343. A empresa afirmou que a anomalia provavelmente foi causada por uma fonte interna e não por colisão com detritos espaciais ou outro objeto.
Esses incidentes levantam preocupações sobre a segurança dos satélites em órbita. Mais de 10 mil satélites da SpaceX operam ativamente, sendo todos manobráveis e projetados para se desintegrarem ao entrar na atmosfera terrestre. A possibilidade de detritos permanecerem no espaço pode exigir que a SpaceX e outras constelações de satélites tomem medidas adicionais para evitar colisões.
A Starlink declarou estar trabalhando para determinar a causa raiz da anomalia e implementará quaisquer ações corretivas necessárias. A empresa ainda precisa responder sobre as consequências do incidente, que pode afetar futuras missões espaciais.