44% dos prados britânicos perderam-se em apenas três décadas
44% dos prados britânicos foram perdidos desde 1936, com 39% desse total saindo apenas nos últimos 30 anos. A destruição desses ecossistemas marinhos é causada pela qualidade da água, prejudicada por efluentes de esgoto e fertilizantes agrícolas.
A restauração dos prados britânicos é um processo laborioso que exige mudanças no comportamento humano. O carbono armazenado nos sedimentos marinhos pode ser reestabelecido se os ecossistemas forem protegidos, com cada hectare de prado saudável equivalendo às emissões anuais de 47 pessoas.
A combinação de esgoto industrial e fertilizantes em escala agroindustrial causou o dano aos prados britânicos. A Zona Voluntária Sem Âncora criada em Jennycliff Bay, em Plymouth, mostrou que mudanças nos velejadores podem ajudar a proteger os ecossistemas marinhos e garantir sua sobrevivência por milênios
Um estudo recente publicado na revista Frontiers in Plant Science revelou um quadro alarmante sobre a perda de prados de erva-marinha (Zostera marina e Zostera noltii) no Reino Unido. De acordo com os dados, ao menos 44% dos prados britânicos foram perdidos desde 1936, e 39% desse total desapareceu apenas nos últimos 30 anos.
A destruição desses ecossistemas marinhos não teve um único culpado. A qualidade da água é o principal problema, com efluentes de esgoto e fertilizantes agrícolas estimulando o crescimento de microalgas que sufocam a planta ao bloquear a luz solar necessária para a fotossíntese.
Os números do que se perdeu vão além dos prados em si. Os 82.000 hectares históricos poderiam ter armazenado 11,5 milhões de toneladas de carbono — equivalente às emissões anuais de 7,7 milhões de carros. Poderiam também ter abrigado até 400 milhões de peixes.
A restauração dos prados é um processo laborioso e demorado. A Ocean Conservation Trust (OCT) desenvolveu um método para replantar a Zostera marina, que envolve coletar sementes à mão por mergulhadores e armazená-las em condições controladas até o inverno.
Em 2023, os 8 hectares planejados foram restaurados no projeto LIFE Recreation ReMEDIES. No entanto, essa conquista representa apenas uma fração minúscula do que se perdeu. O WWF lançou a iniciativa Seagrass Ocean Rescue com meta de restaurar 15% dos prados britânicos até 2030.
A restauração é possível, mas o obstáculo mais difícil não é técnico, e sim a qualidade da água. Enquanto o esgoto continuar sendo despejado no mar durante chuvas fortes e os fertilizantes agrícolas continuarem chegando aos estuários, qualquer prado restaurado enfrentará a mesma pressão que destruiu os originais.
A erva-marinha é uma planta única capaz de viver completamente submersa em água salgada e se polinizar dentro do oceano. Ela forma pradarias densas e ondeantes em águas rasas, abrigando até 400 milhões de peixes e filtrando poluentes equivalente à urina produzida pelos habitantes de Liverpool.
A restauração dos prados é um processo que exige mudanças no comportamento humano. A Zona Voluntária Sem Âncora criada em Jennycliff Bay, em Plymouth, mostrou que mudanças nos velejadores podem ajudar a proteger os ecossistemas marinhos.
A erva-marinha existe há pelo menos 100 milhões de anos e atravessou extinções em massa, glaciações e regressões marinhas. O que não havia encontrado antes era a combinação de esgoto industrial, dragagem contínua e fertilizantes em escala agroindustrial.
A tentativa de reverter esse dano semente por semente é ao mesmo tempo modesta e simbólica. Modesta porque 8 hectares são uma fração minúscula do que se perdeu. Simbólica porque demonstra que a restauração é possível — e que o carbono enterrado nos sedimentos pode voltar a ser armazenado, lentamente, no fundo do mar onde sempre esteve.
A erva-marinha responde por cerca de 10% de todo o carbono enterrado anualmente nos sedimentos marinhos. E faz isso de um jeito que nenhuma árvore consegue: a uma velocidade 35 vezes maior do que as florestas tropicais.
A diferença está em como o carbono é armazenado. Quando uma árvore morre e apodrece, libera o carbono de volta para a atmosfera. Mas quando uma folha de erva-marinha morre, afunda e se enterra nos sedimentos abaixo do prado — onde pode permanecer por milênios sem decomposição significativa.
Cada hectare de prado saudável equivale, em termos de captura de carbono, às emissões anuais de 47 pessoas. O IPCC estima que manguezais, sapais e prados de erva-marinha podem armazenar até 1.000 toneladas de carbono por hectare — mais do que a maioria dos ecossistemas terrestres.
A restauração dos prados é um processo demorado e laborioso, mas demonstra que é possível reverter o dano causado à natureza. A tentativa de salvar os prados britânicos não deve parar apenas com a restauração física do habitat. É necessário mudanças no comportamento humano para proteger esses ecossistemas marinhos e garantir sua sobrevivência por milênios.
A erva-marinha é um símbolo da resiliência da natureza, capaz de viver em condições extremas há pelo menos 100 milhões de anos. A restauração dos prados é uma oportunidade para aprender com a história natural desse ecossistema e garantir sua sobrevivência por mais tempo.
A combinação de esgoto industrial, dragagem contínua e fertilizantes em escala agroindustrial causou o dano aos prados britânicos. Mas é possível reverter esse dano semente por semente. A restauração dos prados é um processo que exige mudanças no comportamento humano.
A Zona Voluntária Sem Âncora criada em Jennycliff Bay, em Plymouth, mostrou que mudanças nos velejadores podem ajudar a proteger os ecossistemas marinhos. A restauração dos prados é um processo demorado e laborioso, mas demonstra que é possível reverter o dano causado à natureza.
A erva-marinha responde por cerca de 10% de todo o carbono enterrado anualmente nos sedimentos marinhos. E faz isso de um jeito que nenhuma árvore consegue: a uma velocidade 35 vezes maior do que as florestas tropicais.
A diferença está em como o carbono é armazenado. Quando uma árvore morre e apodrece, libera o carbono de volta para a atmosfera. Mas quando uma folha de erva-marinha morre, afunda e se enterra nos sedimentos abaixo do prado — onde pode permanecer por milênios sem decomposição significativa.
Cada hectare de prado saudável equivale, em termos de captura de carbono, às emissões anuais de 47 pessoas. O IPCC estima que manguezais, sapais e prados de erva-marinha podem armazenar até 1.000 toneladas de carbono por hectare — mais do que a maioria dos ecossistemas terrestres.
A restauração dos prados é um processo demorado e laborioso, mas demonstra que é possível reverter o dano causado à natureza. A tentativa de salvar os prados britânicos não deve parar apenas com a restauração física do habitat. É necessário mudanças no comportamento humano para proteger esses ecossistemas marinhos e garantir sua sobrevivência por milênios.
A erva-marinha é um símbolo da resiliência da natureza, capaz de viver em condições extremas há pelo menos 100 milhões de anos. A restauração dos prados é uma oportunidade para aprender com a história natural desse ecossistema e garantir sua sobrevivência por mais tempo.
A combinação de esgoto industrial, dragagem contínua e fertilizantes em escala agroindustrial causou o dano aos prados britânicos. Mas é possível reverter esse dano semente por semente. A restauração dos prados é um processo que exige mudanças no comportamento humano.
A Zona Voluntária Sem Âncora criada em Jennycliff Bay, em Plymouth, mostrou que mudanças nos velejadores podem ajudar a proteger os ecossistemas marinhos. A restauração dos prados é um processo demorado e laborioso, mas demonstra que é possível reverter o dano causado à natureza.
A erva-marinha responde por cerca de 10% de todo o carbono enterrado anualmente nos sedimentos marinhos. E faz isso de um jeito que nenhuma árvore consegue: a uma velocidade 35 vezes maior do que as florestas tropicais.
A diferença está em como o carbono é armazenado. Quando uma árvore morre e apodrece, libera o carbono de volta para a atmosfera. Mas quando uma folha de erva-marinha morre, afunda e se enterra nos sedimentos abaixo do prado — onde pode permanecer por milênios sem decomposição significativa.
Cada hectare de prado saudável equivale, em termos de captura de carbono, às emissões anuais de 47 pessoas. O IPCC estima que manguezais, sapais e prados de erva-marinha podem armazenar até 1.000 toneladas de carbono por hectare — mais do que a maioria dos ecossistemas terrestres.
A restauração dos prados é um processo demorado e laborioso, mas demonstra que é possível reverter o dano causado à natureza. A tentativa de salvar os prados britânicos não deve parar apenas com a restauração física do habitat. É necessário mudanças no comportamento humano para proteger esses ecossistemas marinhos e garantir sua sobrevivência por milênios.
A erva-marinha é um símbolo da resiliência da natureza, capaz de viver em condições extremas há pelo menos 100 milhões de anos. A restauração dos prados é uma oportunidade para aprender com a história natural desse ecossistema e garantir sua sobrevivência por mais tempo.
A combinação de esgoto industrial, dragagem contínua e fertilizantes em escala agroindustrial causou o dano aos prados britânicos. Mas é possível reverter esse dano semente por semente. A restauração dos prados é um processo que exige mudanças no comportamento humano.
A Zona Voluntária Sem Âncora criada em Jennycliff Bay, em Plymouth, mostrou que mudanças nos velejadores podem ajudar a proteger os ecossistemas marinhos. A restauração dos prados é um processo demorado e laborioso, mas demonstra que é possível reverter o dano causado à natureza.
A erva-marinha responde por cerca de 10% de todo o carbono enterrado anualmente nos sedimentos marinhos. E faz isso de um jeito que nenhuma árvore consegue: a uma velocidade 35 vezes maior do que as florestas tropicais.
A diferença está em como o carbono é armazenado. Quando uma árvore morre e apodrece, libera o carbono de volta para a atmosfera. Mas quando uma folha de erva-marinha morre, afunda e se enterra nos sedimentos abaixo do prado — onde pode permanecer por milênios sem decomposição significativa.
Cada hectare de prado saudável equivale, em termos de captura de carbono, às emissões anuais de 47 pessoas. O IPCC estima que manguezais, sapais e prados de erva-marinha podem armazenar até 1.000 toneladas de carbono por hectare — mais do que a maioria dos ecossistemas terrestres.
A restauração dos prados é um processo demorado e laborioso, mas demonstra que é possível reverter o dano causado à natureza. A tentativa de salvar os prados britânicos não deve parar apenas com a restauração física do habitat. É necessário mudanças no comportamento humano para proteger esses ecossistemas marinhos e garantir sua sobrevivência por milênios.
A erva-marinha é um símbolo da resiliência da natureza, capaz de viver em condições extremas há pelo menos 100 milhões de anos. A restauração dos prados é uma oportunidade para aprender com a história natural desse ecossistema e garantir sua sobrevivência por mais tempo.
A combinação de esgoto industrial, dragagem contínua e fertilizantes em escala agroindustrial causou o dano aos prados britânicos. Mas é possível reverter esse dano semente por semente. A restauração dos prados é um processo que exige mudanças no comportamento humano.
A Zona Voluntária Sem Âncora criada em Jennycliff Bay, em Plymouth, mostrou que mudanças nos velejadores podem ajudar a proteger os ecossistemas marinhos. A restauração dos prados é um processo demorado e laborioso, mas demonstra que é possível reverter o dano causado à natureza.
A erva-marinha responde por cerca de 10% de todo o carbono enterrado anualmente nos sedimentos marinhos. E faz isso de um jeito que nenhuma árvore consegue: a uma velocidade 35 vezes maior do que.