Brasil e Rússia se unem em defesa do uso pacífico da energia nuclear
Brasil e Rússia assinam documento que destaca cooperação em áreas como indústria farmacêutica e segurança cibernética. O texto também aborda a ampliação da produção de radioisótopos medicinais para atender às necessidades em saúde. Além disso, os países criticaram medidas coercitivas unilaterais que afetam principalmente países em desenvolvimento
Brasil e Rússia se unem na defesa do uso da energia nuclear para fins pacíficos, destacando sua cooperação em áreas como indústria farmacêutica, construção naval e segurança cibernética. O vice-presidente Geraldo Alckmin e o primeiro-ministro russo Mikhail Mishustin lideraram a discussão durante o Fórum Empresarial Brasil-Rússia no Itamaraty.
Um dos principais pontos abordados foi a ampliação da produção de radioisótopos medicinais para atender às necessidades em saúde. O documento assinado pelos líderes destaca também o interesse na promoção de projetos conjuntos para geração de energia nuclear e atualização da base jurídica bilateral.
Além disso, os países destacaram a importância do multilateralismo e criticam medidas coercitivas unilaterais que afetam principalmente países em desenvolvimento. A nota destaca ainda que essas medidas são "ilícitas, ilegítimas e incompatíveis com o direito internacional" e violam os direitos humanos das populações atingidas.
Durante a reunião, foi ressaltado também a força da parceria comercial entre Brasil e Rússia, especialmente no setor agrícola. O vice-presidente Alckmin destacou que os países ocupam posições centrais na segurança alimentar global e há possibilidade de ampliação das importações e exportações.
O primeiro-ministro russo Mikhail Mishustin concordou com a necessidade de diversificar o comércio para aumentar produtos com valor agregado maior. Ele também destacou que os países têm "boas perspectivas" para cooperação na área farmacêutica, incluindo transferência de tecnologias e análise dos medicamentos russos pelo setor regulatório brasileiro.
A reunião também abordou a troca de experiências tecnológicas, com foco em cibersegurança e inteligência artificial. O primeiro-ministro russo enfatizou a importância da soberania digital para os dois países.
O presidente Lula destacou ao primeiro-ministro russo a urgência na adoção de ações para fortalecer o multilateralismo, insistindo na importância de manter mecanismos de acompanhamento das iniciativas.
Um dos principais pontos abordados foi a ampliação da produção de radioisótopos medicinais para atender às necessidades em saúde. O documento assinado pelos líderes destaca também o interesse na promoção de projetos conjuntos para geração de energia nuclear e atualização da base jurídica bilateral.
Além disso, os países destacaram a importância do multilateralismo e criticam medidas coercitivas unilaterais que afetam principalmente países em desenvolvimento. A nota destaca ainda que essas medidas são "ilícitas, ilegítimas e incompatíveis com o direito internacional" e violam os direitos humanos das populações atingidas.
Durante a reunião, foi ressaltado também a força da parceria comercial entre Brasil e Rússia, especialmente no setor agrícola. O vice-presidente Alckmin destacou que os países ocupam posições centrais na segurança alimentar global e há possibilidade de ampliação das importações e exportações.
O primeiro-ministro russo Mikhail Mishustin concordou com a necessidade de diversificar o comércio para aumentar produtos com valor agregado maior. Ele também destacou que os países têm "boas perspectivas" para cooperação na área farmacêutica, incluindo transferência de tecnologias e análise dos medicamentos russos pelo setor regulatório brasileiro.
A reunião também abordou a troca de experiências tecnológicas, com foco em cibersegurança e inteligência artificial. O primeiro-ministro russo enfatizou a importância da soberania digital para os dois países.
O presidente Lula destacou ao primeiro-ministro russo a urgência na adoção de ações para fortalecer o multilateralismo, insistindo na importância de manter mecanismos de acompanhamento das iniciativas.