Descoberto o principal contribuinte do brilho infravermelho em galáxias ativas: um disco de poeira quente
Pesquisadores da NASA apresentaram dados que desafiam a compreensão tradicional sobre galáxias ativas. O brilho infravermelho intenso não é dominado pelos fluxos de matéria expelidos pelo buraco negro central, mas sim por um disco compacto e achatado de poeira quente. Esta descoberta revoluciona o entendimento sobre galáxias ativas
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Descoberta Revoluciona Entendimento sobre Galáxias Ativas: Poção Quente é o Principal Contribuinte para Brilho Infravermelho
Pesquisadores da NASA apresentaram dados inéditos que desafiam a compreensão tradicional sobre galáxias ativas. De acordo com os novos achados, o brilho infravermelho intenso observado nessas regiões do universo não é dominado pelos fluxos de matéria expelidos pelo buraco negro central, como se acreditava há décadas.
A equipe da NASA encontrou que uma grande parcela dessa emissão vem de um disco compacto e achatado de poeira quente. Este disco está diretamente relacionado ao processo de alimentação do buraco negro. A descoberta sugere que o brilho infravermelho observado não é apenas resultado da matéria sendo expelida pelo buraco negro, mas sim uma consequência direta desse disco achatado.
A equipe utilizou dados para reconstruir as emissões de galáxias ativas. Eles descobriram que o brilho infravermelho observado não é resultado da matéria sendo expelida pelo buraco negro, como se acreditava há décadas. Em vez disso, uma grande parcela dessa emissão vem do disco compacto e achatado de poeira quente.
A descoberta revoluciona o entendimento sobre galáxias ativas e pode levar a novas pesquisas para melhorar essa compreensão.
Pesquisadores da NASA apresentaram dados inéditos que desafiam a compreensão tradicional sobre galáxias ativas. De acordo com os novos achados, o brilho infravermelho intenso observado nessas regiões do universo não é dominado pelos fluxos de matéria expelidos pelo buraco negro central, como se acreditava há décadas.
A equipe da NASA encontrou que uma grande parcela dessa emissão vem de um disco compacto e achatado de poeira quente. Este disco está diretamente relacionado ao processo de alimentação do buraco negro. A descoberta sugere que o brilho infravermelho observado não é apenas resultado da matéria sendo expelida pelo buraco negro, mas sim uma consequência direta desse disco achatado.
A equipe utilizou dados para reconstruir as emissões de galáxias ativas. Eles descobriram que o brilho infravermelho observado não é resultado da matéria sendo expelida pelo buraco negro, como se acreditava há décadas. Em vez disso, uma grande parcela dessa emissão vem do disco compacto e achatado de poeira quente.
A descoberta revoluciona o entendimento sobre galáxias ativas e pode levar a novas pesquisas para melhorar essa compreensão.