19 estados e Distrito Federal atingem taxas recordes de desemprego ao final de 2025
Dezenove estados e o Distrito Federal alcançaram taxas recordes de desemprego ao final de 2025, com a taxa nacional caindo para 5,6% das pessoas com mais de 14 anos. Mato Grosso teve a menor taxa de desemprego (2,2%), enquanto Bahia e Maranhão tiveram as maiores taxas no país (ambas acima de 6%). O Distrito Federal lidera o ranking dos maiores rendimentos mensais dos trabalhadores com R$ 6.320 por mês
Dezenove estados e o Distrito Federal alcançaram taxas recordes de desemprego ao final de 2025. A notícia foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira passada, que também revelou os principais indicadores do mercado laboral brasileiro.
Segundo a pesquisa da Pnad Contínua, iniciada em 2012, o desemprego no país caiu para um patamar histórico de 5,6% das pessoas com mais de 14 anos. Apenas dois estados não alcançaram essa marca: Rondônia e Amazonas.
Os Estados que registraram as menores taxas de desemprego foram Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%). O Paraná também fechou o ano com uma taxa baixa em 3.6%.
Além disso, a pesquisa apontou que os estados de Minas Gerais e Goiás apresentaram taxas semelhantes ao final de 2025, ambas no patamar de 4,6%. O Rio Grande do Sul também teve uma taxa baixa em 4%, enquanto o Distrito Federal fechou com um desemprego histórico.
A região que mais se destacou foi a Sudeste. Os estados da Bahia e Maranhão apresentaram as maiores taxas de desemprego no país, ambas acima de 6%. Já os três Estados do Nordeste – Ceará (6,5%), Paraíba (6%) e Pernambuco (8,7%) - registraram também altos níveis.
Os dados da pesquisa mostram que o mercado laboral brasileiro ainda apresenta desigualdades. Enquanto os estados de Mato Grosso do Sul e Paraná tiveram taxas baixas em 3%, outros Estados como a Bahia, Maranhão e Pernambuco registraram altos níveis.
A pesquisa também destacou que o Distrito Federal lidera o ranking dos maiores rendimentos mensais dos trabalhadores. O DF apresentou um valor de R$ 6.320 por mês, seguido pelo estado de São Paulo com R$ 4.190 e Rio de Janeiro com R$ 4.177.
Os dados também mostram que os estados do Sul e Sudeste têm rendimentos mais altos em comparação aos demais Estados brasileiros. Já o Norte e Nordeste apresentaram maiores níveis de informalidade, ou seja, trabalhadores sem carteira assinada.
A análise da pesquisa é feita pelo analista William Kratochwill do IBGE que destaca que os dados mostram um mercado laboral dinâmico com aumento no rendimento real.
Segundo a pesquisa da Pnad Contínua, iniciada em 2012, o desemprego no país caiu para um patamar histórico de 5,6% das pessoas com mais de 14 anos. Apenas dois estados não alcançaram essa marca: Rondônia e Amazonas.
Os Estados que registraram as menores taxas de desemprego foram Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%). O Paraná também fechou o ano com uma taxa baixa em 3.6%.
Além disso, a pesquisa apontou que os estados de Minas Gerais e Goiás apresentaram taxas semelhantes ao final de 2025, ambas no patamar de 4,6%. O Rio Grande do Sul também teve uma taxa baixa em 4%, enquanto o Distrito Federal fechou com um desemprego histórico.
A região que mais se destacou foi a Sudeste. Os estados da Bahia e Maranhão apresentaram as maiores taxas de desemprego no país, ambas acima de 6%. Já os três Estados do Nordeste – Ceará (6,5%), Paraíba (6%) e Pernambuco (8,7%) - registraram também altos níveis.
Os dados da pesquisa mostram que o mercado laboral brasileiro ainda apresenta desigualdades. Enquanto os estados de Mato Grosso do Sul e Paraná tiveram taxas baixas em 3%, outros Estados como a Bahia, Maranhão e Pernambuco registraram altos níveis.
A pesquisa também destacou que o Distrito Federal lidera o ranking dos maiores rendimentos mensais dos trabalhadores. O DF apresentou um valor de R$ 6.320 por mês, seguido pelo estado de São Paulo com R$ 4.190 e Rio de Janeiro com R$ 4.177.
Os dados também mostram que os estados do Sul e Sudeste têm rendimentos mais altos em comparação aos demais Estados brasileiros. Já o Norte e Nordeste apresentaram maiores níveis de informalidade, ou seja, trabalhadores sem carteira assinada.
A análise da pesquisa é feita pelo analista William Kratochwill do IBGE que destaca que os dados mostram um mercado laboral dinâmico com aumento no rendimento real.