Banco do Brasil projeta lucro líquido entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões em 2026, após queda de 45% no ano passado
Banco do Brasil projeta lucro líquido entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões em 2026, após registrar queda de 45,4% no ano passado. A instituição espera enfrentar desafios no próximo ano e busca reforçar liderança no crédito consignado. O banco também fará um aporte antecipado de R$ 5 bilhões para recapitalizar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC)
Banco do Brasil projeta lucro líquido de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões em 2026, após registrar queda de 45,4% no ano passado. A instituição espera um desafio para o próximo ano e busca reforçar sua liderança no crédito consignado.
A presidente-executiva do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou que o banco está preparado para enfrentar os desafios de 2026. "O ano de 2025 foi desafiador e 2026 será desafiador. Mas será desafiador dentro de um desafio que já aprendemos como fazer", disse ela durante uma teleconferência com analistas.
A queda no lucro líquido ajustado em 45,4% em relação a 2024 foi influenciada pelas novas regras contábeis e pelo aumento da inadimplência do agronegócio. No entanto, o banco projeta um crescimento para o ano que vem.
Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é liderar o segmento de consignado para funcionários públicos e aumentar a participação no consignado para trabalhadores do setor privado. "Temos conhecimento histórico e habilidade sobre crédito consignado", ressaltou Tarciana Medeiros.
Além disso, o Banco do Brasil fará um aporte antecipado de R$ 5 bilhões para recapitalizar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Esse valor é equivalente a cinco anos de contribuições futuras ao FGC. A diretoria da instituição afirmou que essa medida será feita com um efeito apenas no caixa, sem impacto nos resultados financeiros.
A presidente do Banco do Brasil também destacou a importância de ter um FGC sólido para proteger os investidores. "O FGC é como um seguro para o sistema financeiro", disse ela.
A presidente-executiva do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou que o banco está preparado para enfrentar os desafios de 2026. "O ano de 2025 foi desafiador e 2026 será desafiador. Mas será desafiador dentro de um desafio que já aprendemos como fazer", disse ela durante uma teleconferência com analistas.
A queda no lucro líquido ajustado em 45,4% em relação a 2024 foi influenciada pelas novas regras contábeis e pelo aumento da inadimplência do agronegócio. No entanto, o banco projeta um crescimento para o ano que vem.
Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é liderar o segmento de consignado para funcionários públicos e aumentar a participação no consignado para trabalhadores do setor privado. "Temos conhecimento histórico e habilidade sobre crédito consignado", ressaltou Tarciana Medeiros.
Além disso, o Banco do Brasil fará um aporte antecipado de R$ 5 bilhões para recapitalizar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Esse valor é equivalente a cinco anos de contribuições futuras ao FGC. A diretoria da instituição afirmou que essa medida será feita com um efeito apenas no caixa, sem impacto nos resultados financeiros.
A presidente do Banco do Brasil também destacou a importância de ter um FGC sólido para proteger os investidores. "O FGC é como um seguro para o sistema financeiro", disse ela.