Dólar comercial cai para R$ 5.169, menor valor em 20 meses
O dólar comercial encerrou segunda-feira vendido a R$ 5.169, registrando queda de R$ 0.007 ante o fechamento anterior. O índice Ibovespa apresentou comportamento volátil e caiu 0,88% ao longo da sessão. As incertezas sobre tarifas impostas pelo presidente Donald Trump influenciaram os investidores no mercado financeiro nacional e internacional
Dólar comercial cai para menor valor em 20 meses, mas mercado de ações apresenta movimento volátil.
O dólar commercial encerrou esta segunda-feira (23) vendido a R$ 5.169, registrando um recuo de R$ 0.007 (-0,14%) ante o fechamento da sessão anterior. A cotação começou a mostrar sinais de estabilidade no início do dia e chegou ao pico de R$ 5,19 pouco antes das 9h30min.
No entanto, essa tendência positiva foi revertida à medida que as bolsas internacionais se abriram. A abertura da Bolsa de Nova York contribuiu para a reversão do mercado brasileiro, com investidores optando por sair dos ativos locais e buscar refúgio em países emergentes.
O índice Ibovespa, da B3, apresentou um comportamento volátil ao longo da sessão. Inicialmente subiu 0,23% às 11h57min devido a operações de especulação no mercado financeiro nacional e internacional. No entanto, à medida que as bolsas internacionais se abriram e os investidores optaram por sair dos ativos locais para buscar refúgio em países emergentes, o índice começou a cair.
As incertezas em torno da imposição de tarifas pelo presidente Donald Trump contribuíram significativamente para as oscilações no mercado. O dólar comercial apresentou um comportamento semelhante ao dos dias anteriores, com importadores aproveitando a cotação barata da sexta-feira (20) para comprar moeda.
No entanto, à medida que o mercado internacional se abriu e os investidores optaram por sair dos ativos locais em busca de refúgio em países emergentes como o Brasil, as tendências mudaram. O índice Ibovespa caiu 0,88%, com ações de bancos apresentando um movimento significativo.
A exceção foram as ações das petroleiras que subiram influenciadas pelo aumento na cotação internacional do petróleo em meio ao acirramento das tensões entre os Estados Unidos e o Irã. O presidente Donald Trump voltou a ameaçar o país asiático com uma ação militar de maior escala, contribuindo para as oscilações no mercado.
O indicador registrou um recuo significativo após as bolsas internacionais se abriram, puxado por operações em bancos e ativos locais. As incertezas sobre o futuro das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump continuaram a influenciar os investidores ao longo da sessão.
A exceção foram as petroleiras que registraram um aumento devido à alta na cotação internacional do petróleo em meio às tensões entre os Estados Unidos e o Irã. O mercado apresentou uma tendência negativa, com ações de bancos influenciadas pelas operações internacionais.
O índice Ibovespa registrou um recuo significativo após as bolsas internacionais se abriram.