Metais preciosos alcançam melhores níveis em seis anos, impulsionados por riscos geopolíticos e instabilidade financeira
Os preços do ouro alcançaram a melhor semana em seis anos, com um ganho semanal de mais de 7%, impulsionados por riscos geopolíticos e ameaças à independência da Federal Reserve. A prata também atingiu seu valor máximo histórico. O metal precioso está se tornando cada vez mais barato para os compradores em meio a instabilidade política global
O ouro continua sua corrida em alta, alcançando a melhor semana em seis anos. Desde o início da semana, os preços do metal precioso têm subido vertiginosamente, impulsionados por riscos geopolíticos e ameaças à independência do Federal Reserve.
A estabilidade no preço do ouro foi alcançada após ele atingir um recorde de US$ 4.967 a onça na sexta-feira passada. Com isso, o metal está em caminho para um ganho semanal de mais de 7%, seu desempenho mais forte desde março de 2020.
Além disso, a prata também alcançou sua máxima histórica, pouco abaixo de US$ 100 a onça. A platina também atingiu um recorde e os metais preciosos estão se tornando cada vez mais baratos para os compradores.
"O ouro está passando por uma reavaliação sustentada à medida que fissuras aparecem na ordem baseada em regras do pós-Segunda Guerra Mundial", disse Yuxuan Tang, chefe de estratégia macro da JPMorgan Private Bank. "Os investidores veem cada vez mais o ouro como uma proteção confiável contra esses riscos de mudança de regime difíceis de quantificar."
A busca por refúgio seguro continua sendo um fator importante, segundo analistas do Commerzbank em nota recente. No entanto, a disputa pela Groenlândia parece ter sido resolvida por ora e isso pode dar uma pausa no rali.
O banco central da Polônia também está se preparando para adquirir mais 150 toneladas de ouro, conforme se prepara para uma elevada instabilidade geopolítica. As participações da Índia em Treasuries dos EUA caíram para um mínimo de cinco anos, refletindo uma guinada das grandes economias para fora do maior mercado de títulos de dívida do mundo.
Os investidores agora aguardam a escolha do presidente americano Donald Trump para o próximo presidente do Federal Reserve. Uma nomeação mais dovish reforçaria as expectativas de novos cortes na taxa de juros neste ano, o que normalmente favorece o ouro sem rendimento.
A prata também está em alta, tendo mais que triplicado no último ano e sendo impulsionada por um histórico aperto no mercado e por uma disparada nas compras de varejo. A confusão em torno de uma atualização da política chinesa sobre licenças de exportação alimentou ainda mais a percepção de escassez, tornando o metal cada vez mais valioso.
Com esses fatores em jogo, é claro que os preços dos metais preciosos continuarão a subir nos próximos dias. E como diz Yuxuan Tang: "O ouro está passando por uma reavaliação sustentada à medida que fissuras aparecem na ordem baseada em regras do pós-Segunda Guerra Mundial.
A estabilidade no preço do ouro foi alcançada após ele atingir um recorde de US$ 4.967 a onça na sexta-feira passada. Com isso, o metal está em caminho para um ganho semanal de mais de 7%, seu desempenho mais forte desde março de 2020.
Além disso, a prata também alcançou sua máxima histórica, pouco abaixo de US$ 100 a onça. A platina também atingiu um recorde e os metais preciosos estão se tornando cada vez mais baratos para os compradores.
"O ouro está passando por uma reavaliação sustentada à medida que fissuras aparecem na ordem baseada em regras do pós-Segunda Guerra Mundial", disse Yuxuan Tang, chefe de estratégia macro da JPMorgan Private Bank. "Os investidores veem cada vez mais o ouro como uma proteção confiável contra esses riscos de mudança de regime difíceis de quantificar."
A busca por refúgio seguro continua sendo um fator importante, segundo analistas do Commerzbank em nota recente. No entanto, a disputa pela Groenlândia parece ter sido resolvida por ora e isso pode dar uma pausa no rali.
O banco central da Polônia também está se preparando para adquirir mais 150 toneladas de ouro, conforme se prepara para uma elevada instabilidade geopolítica. As participações da Índia em Treasuries dos EUA caíram para um mínimo de cinco anos, refletindo uma guinada das grandes economias para fora do maior mercado de títulos de dívida do mundo.
Os investidores agora aguardam a escolha do presidente americano Donald Trump para o próximo presidente do Federal Reserve. Uma nomeação mais dovish reforçaria as expectativas de novos cortes na taxa de juros neste ano, o que normalmente favorece o ouro sem rendimento.
A prata também está em alta, tendo mais que triplicado no último ano e sendo impulsionada por um histórico aperto no mercado e por uma disparada nas compras de varejo. A confusão em torno de uma atualização da política chinesa sobre licenças de exportação alimentou ainda mais a percepção de escassez, tornando o metal cada vez mais valioso.
Com esses fatores em jogo, é claro que os preços dos metais preciosos continuarão a subir nos próximos dias. E como diz Yuxuan Tang: "O ouro está passando por uma reavaliação sustentada à medida que fissuras aparecem na ordem baseada em regras do pós-Segunda Guerra Mundial.