Petrobras anuncia reajuste no preço do diesel em R$ 3,65 por litro
Petrobras anuncia reajuste no preço do diesel, que passará a R$ 3,65 por litro. A estatal justifica o aumento pelas "graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento" brasileiro. O governo federal havia anunciado medidas para mitigar o impacto dos preços internacionais, mas especialistas consideram que elas não são suficientes para conter a escalada dos preços
O reajuste do diesel anunciado pela Petrobras nesta sexta-feira (13) é mais um capítulo da crise no mercado de combustíveis brasileiro. Segundo especialistas, as medidas tomadas pelo governo federal em meio à guerra no Oriente Médio não são suficientes para conter a escalada dos preços.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) argumenta que o reajuste do diesel é uma consequência das "graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento" brasileiro. A entidade destaca que a venda de refinarias e a privatização da BR Distribuidora, em 2019, são exemplos dessas limitações.
A Petrobras explicou que o preço médio do diesel praticado pela companhia para as distribuidoras aumentará para R$ 3,65 por litro. A participação da estatal no preço do diesel B será de R$ 3,10 em média. O reajuste foi mitigado por medidas anunciadas pelo governo federal na quinta-feira (12), mas o aumento do preço do petróleo internacional continua a pressionar os preços.
A cotação dos contratos futuros do barril de petróleo Brent alcançou US$ 100, equivalente a cerca de R$ 520. Em apenas duas semanas, essa valorização representa uma alta de aproximadamente 40% em relação ao patamar anterior. O Irã havia alertado o mundo para se preparar para preços até mesmo mais altos.
A Petrobras argumenta que as medidas tomadas pelo governo federal são insuficientes para conter a escalada dos preços, e os especialistas concordam com essa avaliação. A estabilidade no mercado de combustíveis brasileiro depende da integração da Petrobras na cadeia produtiva do país.
A venda das refinarias e a privatização da BR Distribuidora em 2019 foram medidas que afetaram profundamente o mercado de abastecimento, segundo os especialistas. A FUP argumenta que essas decisões demonstram as "graves limitações na estrutura do mercado" brasileiro.
A Petrobras explicou que a participação da estatal no preço do diesel B será de R$ 3,10 em média e o reajuste foi mitigado por medidas anunciadas pelo governo federal. A cotação dos contratos futuros do barril de petróleo Brent alcançou US$ 100, equivalente a cerca de R$ 520.
A guerra no Oriente Médio continua a pressionar os preços e o Irã havia alertado o mundo para se preparar para preços até mesmo mais altos. A estabilidade do mercado depende da integração da Petrobras na cadeia produtiva brasileira, argumentam especialistas.
A FUP destaca que as medidas tomadas pelo governo federal em meio à crise não são suficientes e a entidade defende uma política de estado para garantir a segurança do abastecimento. A integração da Petrobras na cadeia produtiva brasileira é fundamental para estabilidade no mercado de combustíveis.
A participação da estatal no preço do diesel B será de R$ 3,10 em média e o reajuste foi mitigado por medidas anunciadas pelo governo federal. No entanto, a cotação dos contratos futuros do barril de petróleo Brent alcançou US$ 100, equivalente a cerca de R$ 520.
A guerra no Oriente Médio continua a pressionar os preços e o Irã havia alertado o mundo para se preparar para preços até mesmo mais altos. A estabilidade do mercado depende da integração da Petrobras na cadeia produtiva brasileira, argumentam especialistas.
A FUP defende uma política de estado para garantir a segurança do abastecimento e destaca.