Previsão da inflação no Brasil é ajustada pela quinta semana consecutiva
O mercado financeiro reduziu sua previsão da inflação no país para 3,97% em 2026. Essa alteração é refletida no boletim Focus do Banco Central (BC), que apresentou as expectativas das instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. A meta de controle da variação dos preços está dentro do intervalo estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo
O mercado financeiro reduziu sua previsão da inflação no país para os próximos anos, passando de 3,99% para 3,97% em 2026. Essa alteração é refletida no boletim Focus do Banco Central (BC), que apresentou a expectativa das instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.
De acordo com o boletim divulgado na segunda-feira (9), essa redução não foi isolada, pois pela quinta semana seguida, as previsões para a inflação de 2026 foram ajustadas e estão dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta é controlar a variação dos preços em torno de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
A primeira divulgação oficial sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano será feita na terça-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse dado é crucial, pois reflete a inflação acumulada no início do ano.
O IPCA em 2025 foi afetado pela alta nos preços dos transportes por aplicativo e das passagens aéreas. Isso fez com que o índice chegasse a 0,33%, acima da expectativa de novembro (0,18%) e contribuindo para um acumulado de 4,26% no ano.
Para controlar a inflação, o Banco Central usa como principal ferramenta a taxa básica de juros (Taxa Selic), que está atualmente em 15% ao ano. O Comitê de Política Monetária (Copom) não reduziu os juros pela quinta vez consecutiva.
O Copom anunciou, no entanto, que começará a diminuir a taxa básica nos juros na reunião do mês de março, desde que a inflação permaneça sob controle e haja estabilidade no cenário econômico. A estimativa dos analistas é que os juros caiam para 12,25% ao ano até o final de 2026.
A redução da Taxa Selic tem como objetivo diminuir a demanda por crédito, consequentemente afetando os preços e controlando a inflação. A tendência inversa ocorre quando os juros são elevados: eles encarecem o crédito e estimulam a poupança.
As instituições financeiras também consideram outros fatores ao definir as taxas de juros, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. A redução da Taxa Selic pode incentivar a produção e o consumo, diminuindo assim o controle sobre a inflação.
O boletim Focus também apresentou estimativas para outros indicadores econômicos importantes. Para este ano (2026), as instituições financeiras prevêem um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,8%. A mesma taxa é esperada para o ano seguinte.
A expansão da indústria e da agropecuária no terceiro trimestre de 2025 fez a economia brasileira crescer 0,1%, considerado estabilidade pela estimativa do IBGE. O PIB consolidado de 2025 será divulgado pelo IBGE em março.
Em relação à cotação do dólar, as instituições financeiras prevêem que ela permaneça estável até o final de 2027 e para os anos seguintes.
De acordo com o boletim divulgado na segunda-feira (9), essa redução não foi isolada, pois pela quinta semana seguida, as previsões para a inflação de 2026 foram ajustadas e estão dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta é controlar a variação dos preços em torno de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
A primeira divulgação oficial sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano será feita na terça-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse dado é crucial, pois reflete a inflação acumulada no início do ano.
O IPCA em 2025 foi afetado pela alta nos preços dos transportes por aplicativo e das passagens aéreas. Isso fez com que o índice chegasse a 0,33%, acima da expectativa de novembro (0,18%) e contribuindo para um acumulado de 4,26% no ano.
Para controlar a inflação, o Banco Central usa como principal ferramenta a taxa básica de juros (Taxa Selic), que está atualmente em 15% ao ano. O Comitê de Política Monetária (Copom) não reduziu os juros pela quinta vez consecutiva.
O Copom anunciou, no entanto, que começará a diminuir a taxa básica nos juros na reunião do mês de março, desde que a inflação permaneça sob controle e haja estabilidade no cenário econômico. A estimativa dos analistas é que os juros caiam para 12,25% ao ano até o final de 2026.
A redução da Taxa Selic tem como objetivo diminuir a demanda por crédito, consequentemente afetando os preços e controlando a inflação. A tendência inversa ocorre quando os juros são elevados: eles encarecem o crédito e estimulam a poupança.
As instituições financeiras também consideram outros fatores ao definir as taxas de juros, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. A redução da Taxa Selic pode incentivar a produção e o consumo, diminuindo assim o controle sobre a inflação.
O boletim Focus também apresentou estimativas para outros indicadores econômicos importantes. Para este ano (2026), as instituições financeiras prevêem um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,8%. A mesma taxa é esperada para o ano seguinte.
A expansão da indústria e da agropecuária no terceiro trimestre de 2025 fez a economia brasileira crescer 0,1%, considerado estabilidade pela estimativa do IBGE. O PIB consolidado de 2025 será divulgado pelo IBGE em março.
Em relação à cotação do dólar, as instituições financeiras prevêem que ela permaneça estável até o final de 2027 e para os anos seguintes.