Ministério da Educação anuncia aumento de 14,35% no valor do repasse para Programa Nacional de Alimentação Escolar
O Ministério da Educação aumentou em 14,35% o valor do repasse para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que atende mais de 53 milhões de alunos. A verba destinada ao programa chega a R$ 6,7 bilhões em 2026 e inclui um incentivo à agricultura familiar com aumento da cota mínima para compras desses produtores. O objetivo é fortalecer as comunidades locais e apoiar os pequenos produtores
O Ministério da Educação anunciou um aumento significativo no valor do repasse para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que atende mais de 53 milhões de alunos em todo o país. O reajuste é de 14,35% e visa recompor o poder de compra dos estados e municípios diante da inflação crescente nos preços dos alimentos.
Com essa atualização, a verba destinada ao programa chega a R$ 6,7 bilhões em 2026. Isso representa um aumento expressivo no orçamento da merenda desde o ano passado e uma reivindicação antiga de educadores e gestores escolares. O ministro destacou que esse valor é mais do que o dobro do investimento feito há quatro anos.
Além disso, a medida também inclui um incentivo à agricultura familiar, com aumento da cota mínima para compras desses produtores de 30% para 45%. Isso significa que cerca de R$ 3 bilhões serão injetados diretamente na economia rural. O objetivo é fortalecer as comunidades locais e apoiar os pequenos produtores, garantindo a qualidade dos alimentos servidos nas escolas.
O Pnae oferece uma refeição diária para todos os alunos da educação básica em escolas públicas, filantrópicas e entidades conveniadas com o poder público. Essa medida visa não apenas atender às necessidades nutricionais dos estudantes como também promover a inclusão social e apoiar as comunidades locais.
Agora, os estados e municípios precisam se adequar às novas diretrizes do programa para garantir que todos os alunos tenham acesso aos alimentos de qualidade. Isso inclui ajustes nos orçamentos e nas compras dos produtos alimentícios. A expectativa é que essa medida possa reduzir a desigualdade nutricional entre as regiões e promover um ambiente mais saudável para os estudantes.
A implementação dessas mudanças deve ser feita com prioridade, pois o impacto positivo delas pode ser sentido não apenas nos alunos, mas também nas comunidades locais. Com essa atualização do Pnae, há uma oportunidade real de melhorar a qualidade da alimentação escolar e promover um futuro mais sustentável para as gerações futuras.
A medida é vista como um passo importante em direção à garantia dos direitos fundamentais das crianças e adolescentes. Além disso, também visa apoiar os pequenos produtores rurais e fortalecer a economia local. Com essa política pública, o governo federal demonstra comprom.
Com essa atualização, a verba destinada ao programa chega a R$ 6,7 bilhões em 2026. Isso representa um aumento expressivo no orçamento da merenda desde o ano passado e uma reivindicação antiga de educadores e gestores escolares. O ministro destacou que esse valor é mais do que o dobro do investimento feito há quatro anos.
Além disso, a medida também inclui um incentivo à agricultura familiar, com aumento da cota mínima para compras desses produtores de 30% para 45%. Isso significa que cerca de R$ 3 bilhões serão injetados diretamente na economia rural. O objetivo é fortalecer as comunidades locais e apoiar os pequenos produtores, garantindo a qualidade dos alimentos servidos nas escolas.
O Pnae oferece uma refeição diária para todos os alunos da educação básica em escolas públicas, filantrópicas e entidades conveniadas com o poder público. Essa medida visa não apenas atender às necessidades nutricionais dos estudantes como também promover a inclusão social e apoiar as comunidades locais.
Agora, os estados e municípios precisam se adequar às novas diretrizes do programa para garantir que todos os alunos tenham acesso aos alimentos de qualidade. Isso inclui ajustes nos orçamentos e nas compras dos produtos alimentícios. A expectativa é que essa medida possa reduzir a desigualdade nutricional entre as regiões e promover um ambiente mais saudável para os estudantes.
A implementação dessas mudanças deve ser feita com prioridade, pois o impacto positivo delas pode ser sentido não apenas nos alunos, mas também nas comunidades locais. Com essa atualização do Pnae, há uma oportunidade real de melhorar a qualidade da alimentação escolar e promover um futuro mais sustentável para as gerações futuras.
A medida é vista como um passo importante em direção à garantia dos direitos fundamentais das crianças e adolescentes. Além disso, também visa apoiar os pequenos produtores rurais e fortalecer a economia local. Com essa política pública, o governo federal demonstra comprom.