Pedro Turra é preso novamente após morte de adolescente agredido por ele no DF
Morte de adolescente agredido por Pedro Turra é anunciada; jovem permaneceu internado 16 dias após a briga. Investigação revelou que ciúmes envolvendo uma ex-namorada foram fatores determinantes para a briga, segundo defesa do piloto. Pedro Turra foi preso preventivamente no presídio da Papuda em Brasília
A morte de Rodrigo, adolescente de 16 anos agredido pelo piloto Pedro Turra em uma briga pública no Distrito Federal (DF), foi anunciada neste sábado (7). O jovem permaneceu internado por 16 dias após a agressão e não resistiu aos ferimentos.
A investigação sobre o caso, que ganhou repercussão nacional devido à presença do piloto Pedro Turra no cenário esportivo local, revelou uma história complexa. Inicialmente, se pensava que a briga teria sido motivada pelo lançamento de um chiclete contra Rodrigo por parte do agressor, mas o advogado Albert Halex defendeu em entrevistas à imprensa que os ciúmes envolvendo uma ex-namorada do amigo de Turra foram fatores determinantes para a briga.
O Grupo Escoteiro Águas Claras lamentou a partida do jovem Rodrigo, destacando sua ligação com o grupo. "É com muita tristeza em nossos corações que comunicamos o falecimento do jovem Rodrigo", disse o grupo nas redes sociais.
A história de Pedro Turra não termina aqui: ele foi preso inicialmente após a briga, mas conseguiu pagar uma fiança de R$ 24 mil e responder ao inquérito por lesão corporal em liberdade. No entanto, voltou a ser preso no dia 30 de janeiro após apresentação de provas da polícia que indicavam sua participação em outros casos envolvendo agressões.
Um desses casos destacados incluiu o uso de um taser contra uma adolescente de 17 anos para forçá-la a consumir bebida alcoólica durante uma festa. A defesa do piloto apresentou habeas corpus, mas foi negado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin.
Com isso, Pedro Turra permanecerá preso preventivamente no presídio da Papuda em Brasília. O vice-governador do DF, Celina Leão, também lamentou a morte de Rodrigo e destacou que o falecimento atinge não apenas aqueles próximos ao jovem, mas toda a sociedade.
A defesa de Pedro Turra contesta a decretação da prisão preventiva argumentando que seu cliente tem residência fixa e colaborou com as investigações. No entanto, os advogados também destacam o medo de segurança do piloto em face da exposição midiática ao caso.
A investigação sobre o caso, que ganhou repercussão nacional devido à presença do piloto Pedro Turra no cenário esportivo local, revelou uma história complexa. Inicialmente, se pensava que a briga teria sido motivada pelo lançamento de um chiclete contra Rodrigo por parte do agressor, mas o advogado Albert Halex defendeu em entrevistas à imprensa que os ciúmes envolvendo uma ex-namorada do amigo de Turra foram fatores determinantes para a briga.
O Grupo Escoteiro Águas Claras lamentou a partida do jovem Rodrigo, destacando sua ligação com o grupo. "É com muita tristeza em nossos corações que comunicamos o falecimento do jovem Rodrigo", disse o grupo nas redes sociais.
A história de Pedro Turra não termina aqui: ele foi preso inicialmente após a briga, mas conseguiu pagar uma fiança de R$ 24 mil e responder ao inquérito por lesão corporal em liberdade. No entanto, voltou a ser preso no dia 30 de janeiro após apresentação de provas da polícia que indicavam sua participação em outros casos envolvendo agressões.
Um desses casos destacados incluiu o uso de um taser contra uma adolescente de 17 anos para forçá-la a consumir bebida alcoólica durante uma festa. A defesa do piloto apresentou habeas corpus, mas foi negado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin.
Com isso, Pedro Turra permanecerá preso preventivamente no presídio da Papuda em Brasília. O vice-governador do DF, Celina Leão, também lamentou a morte de Rodrigo e destacou que o falecimento atinge não apenas aqueles próximos ao jovem, mas toda a sociedade.
A defesa de Pedro Turra contesta a decretação da prisão preventiva argumentando que seu cliente tem residência fixa e colaborou com as investigações. No entanto, os advogados também destacam o medo de segurança do piloto em face da exposição midiática ao caso.