Piloto de 60 anos é preso em flagrante na operação contra exploração sexual infantil
Operação Apertem os Cintos prendeu um piloto suspeito de envolvimento em exploração sexual infantil no Aeroporto de Congonhas. A 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia está na capital paulista desde segunda-feira (9), cumprindo mandados e investigando crimes como favorecimento à prostituição e uso de documento falso. Quatro suspeitos são alvo da operação, que visa combater a produção e compartilhamento de pornografia infanto-juvenil
Operação contra exploração sexual infantil prende piloto em São Paulo
A 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia está nas ruas da capital paulista com a operação Apertem os Cintos, desde segunda-feira (9). A equipe cumpre mandados de busca e apreensão contra quatro investigados e também duas prisões temporárias. Entre as suspeitas está um piloto de 60 anos que foi preso em flagrante no Aeroporto de Congonhas.
As autoridades afirmam que o homem é parte integrante da rede há pelo menos oito anos, participando ativamente do crime. A operação conta com a colaboração de 32 homens e 14 viaturas policiais. Além das prisões temporárias, os investigadores também estão focados em desvendar outros crimes como favorecimento à prostituição, uso de documento falso e stalking.
A polícia ainda está trabalhando para identificar a rede de exploração sexual infantil que atua na região. A operação visa combater a produção, armazenamento e compartilhamento de pornografia infanto-juvenil.
A 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia está nas ruas da capital paulista com a operação Apertem os Cintos, desde segunda-feira (9). A equipe cumpre mandados de busca e apreensão contra quatro investigados e também duas prisões temporárias. Entre as suspeitas está um piloto de 60 anos que foi preso em flagrante no Aeroporto de Congonhas.
As autoridades afirmam que o homem é parte integrante da rede há pelo menos oito anos, participando ativamente do crime. A operação conta com a colaboração de 32 homens e 14 viaturas policiais. Além das prisões temporárias, os investigadores também estão focados em desvendar outros crimes como favorecimento à prostituição, uso de documento falso e stalking.
A polícia ainda está trabalhando para identificar a rede de exploração sexual infantil que atua na região. A operação visa combater a produção, armazenamento e compartilhamento de pornografia infanto-juvenil.