Polícia recupera R$ 429 mil jogados pela janela durante investigação à Rioprevidência
A Polícia Federal realizou uma operação conjunta com equipes no Balneário Camboriú, recuperando cerca de R$ 429 mil em espécie jogados pela janela de apartamento. A ação faz parte da terceira fase da Operação Barco de Papel, que investiga crimes contra o sistema financeiro relacionados ao Rioprevidência e Banco Master. Foram apreendidos também dois carros de luxo e telefones celulares nos endereços ligados aos envolvidos no esquema suspeito
Operação policial em Balneário Camboriú revela mais um capítulo do esquema financeiro envolvendo Rioprevidência e Banco Master. Em uma operação conjunta com a Polícia Federal, equipes recuperaram cerca de R$ 429 mil em espécie que havia sido jogado pela janela de um apartamento no 30º andar da cidade balneária.
A ação faz parte da terceira fase da Operação Barco de Papel. A investigativa visa desvendar crimes contra o sistema financeiro, especialmente relacionados à gestão dos recursos do Rioprevidência, fundo que cuida das pensões e aposentadorias dos servidores estaduais fluminenses.
A operação desta quarta-feira focou em recuperar bens retirados de um imóvel no Rio de Janeiro durante a primeira fase da investigativa. Os agentes realizaram buscas nos endereços ligados ao então presidente do fundo, Deivis Marcon Antunes, e aos ex-diretores Eucherio Lerner Rodrigues e Pedro Pinheiro Guerra Leal.
Ao todo foram apreendidos R$ 429 mil em dinheiro contado; dois carros de luxo; e dois telefones celulares. Um dos veículos pertencia à pessoa que estava no imóvel quando a mala foi jogada pela janela.
Os mandados para as buscas foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio, com base em indícios de obstrução das investigativas e ocultação de provas. A PF já havia apreendido outros bens relacionados à operativa financeira suspeita.
A Operação Barco de Papel é resultado da parceria entre a Polícia Federal e o Banco Central, que trabalham para elucidar os crimes envolvendo a gestão dos recursos do Rioprevidência. O esquema investigado inclui uma possível fraude bilionária no Banco Master.
Os especialistas em direito financeiro alertam sobre as consequências das operações desse tipo e o impacto que elas podem ter na economia como um todo, especialmente para a confiança dos investidores.
A ação faz parte da terceira fase da Operação Barco de Papel. A investigativa visa desvendar crimes contra o sistema financeiro, especialmente relacionados à gestão dos recursos do Rioprevidência, fundo que cuida das pensões e aposentadorias dos servidores estaduais fluminenses.
A operação desta quarta-feira focou em recuperar bens retirados de um imóvel no Rio de Janeiro durante a primeira fase da investigativa. Os agentes realizaram buscas nos endereços ligados ao então presidente do fundo, Deivis Marcon Antunes, e aos ex-diretores Eucherio Lerner Rodrigues e Pedro Pinheiro Guerra Leal.
Ao todo foram apreendidos R$ 429 mil em dinheiro contado; dois carros de luxo; e dois telefones celulares. Um dos veículos pertencia à pessoa que estava no imóvel quando a mala foi jogada pela janela.
Os mandados para as buscas foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio, com base em indícios de obstrução das investigativas e ocultação de provas. A PF já havia apreendido outros bens relacionados à operativa financeira suspeita.
A Operação Barco de Papel é resultado da parceria entre a Polícia Federal e o Banco Central, que trabalham para elucidar os crimes envolvendo a gestão dos recursos do Rioprevidência. O esquema investigado inclui uma possível fraude bilionária no Banco Master.
Os especialistas em direito financeiro alertam sobre as consequências das operações desse tipo e o impacto que elas podem ter na economia como um todo, especialmente para a confiança dos investidores.