Tribunal absolve policiais acusados de homicídio qualificado contra adolescente em Cidade de Deus
Tribunal do Júri absolveu os policiais militares Aslan Wagner Ribeiro de Faria e Diego Pereira Leal, acusados de homicídio qualificado contra Thiago Menezes Flausino, um adolescente de 13 anos. A decisão foi tomada após dois dias de julgamento no Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Os policiais também respondem a outro processo por fraude processual
Tribunal do Júri Absolve Policiais Acusados de Homicídio Qualificado Contra Adolescente em Cidade de Deus.
Em uma decisão que gerou grande controvérsia, o Tribunal do Júri do Rio de Janeiro absolveu os policiais militares Aslan Wagner Ribeiro de Faria e Diego Pereira Leal acusados de homicídio qualificado contra Thiago Menezes Flausino, um adolescente de 13 anos. O crime ocorreu em agosto passado na Cidade de Deus, zona oeste do Rio.
A decisão foi tomada após dois dias de julgamento tenso e marcado por debates acalorados entre a acusação e defesa. A maioria dos sete jurados decidiu absolver os policiais, que também respondem outro processo por fraude processual.
O juiz Renan Ongaratto, responsável pela sessão, disse que a decisão do tribunal corresponde à "voz da sociedade", embora o Judiciário não seja indiferente à dor das vítimas. No entanto, sua declaração foi contestada por especialistas e organizações de direitos humanos.
A Anistia Internacional manifestou indignação com a decisão do Tribunal do Júri e afirmou que o foco da discussão estava desviado ao tratar Thiago como criminoso em vez de vítima da letalidade policial. A organização também criticou a falta de transparência na investigação e no julgamento.
O caso envolveu uma operação de tocaia ilegal, com arma de alta energia, contra dois jovens que estavam em uma moto quando foram atingidos por disparos do fuzil. Thiago Menezes foi atingido pelas costas, nas pernas e no tronco.
A defesa dos policiais alegou que os jovens eram integrantes do tráfico de drogas e teriam atirado contra os agentes, que apenas revidaram. No entanto, essa tese foi contestada por testemunhas e pela perícia.
O Ministério Público estadual apresentou denúncia acusando os policiais de agirem com torpeza no crime. A alegação dos policiais foi marcado por várias trocas de versão, com a intenção de omitir as circunstâncias do crime.
O caso gerou grande comoção pública e manifestações em homenagem ao menino que sonhava ser jogador de futebol. Agora, o resultado da decisão do Tribunal do Júri é um tema polêmico e gerará reflexões sobre a letalidade policial no Brasil.
Em uma decisão que gerou grande controvérsia, o Tribunal do Júri do Rio de Janeiro absolveu os policiais militares Aslan Wagner Ribeiro de Faria e Diego Pereira Leal acusados de homicídio qualificado contra Thiago Menezes Flausino, um adolescente de 13 anos. O crime ocorreu em agosto passado na Cidade de Deus, zona oeste do Rio.
A decisão foi tomada após dois dias de julgamento tenso e marcado por debates acalorados entre a acusação e defesa. A maioria dos sete jurados decidiu absolver os policiais, que também respondem outro processo por fraude processual.
O juiz Renan Ongaratto, responsável pela sessão, disse que a decisão do tribunal corresponde à "voz da sociedade", embora o Judiciário não seja indiferente à dor das vítimas. No entanto, sua declaração foi contestada por especialistas e organizações de direitos humanos.
A Anistia Internacional manifestou indignação com a decisão do Tribunal do Júri e afirmou que o foco da discussão estava desviado ao tratar Thiago como criminoso em vez de vítima da letalidade policial. A organização também criticou a falta de transparência na investigação e no julgamento.
O caso envolveu uma operação de tocaia ilegal, com arma de alta energia, contra dois jovens que estavam em uma moto quando foram atingidos por disparos do fuzil. Thiago Menezes foi atingido pelas costas, nas pernas e no tronco.
A defesa dos policiais alegou que os jovens eram integrantes do tráfico de drogas e teriam atirado contra os agentes, que apenas revidaram. No entanto, essa tese foi contestada por testemunhas e pela perícia.
O Ministério Público estadual apresentou denúncia acusando os policiais de agirem com torpeza no crime. A alegação dos policiais foi marcado por várias trocas de versão, com a intenção de omitir as circunstâncias do crime.
O caso gerou grande comoção pública e manifestações em homenagem ao menino que sonhava ser jogador de futebol. Agora, o resultado da decisão do Tribunal do Júri é um tema polêmico e gerará reflexões sobre a letalidade policial no Brasil.