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IAF afirma ter atingido mais de 500 alvos no território iraniano durante operações militares conjuntas com EUA

28 de Fevereiro de 2026 às 18:02

Mais de 500 alvos foram atingidos pela Força Aérea Israelense no território iraniano. Ao menos 201 pessoas morreram e outras 747 ficaram feridas nos ataques, segundo informações da Sociedade Crescente Vermelho. A ONU pediu um cessar-fogo na região após a comunidade internacional condenar os atos de violência

A campanha militar conjunta entre Israel e os Estados Unidos no território iraniano desencadeou uma onda de violência que atingiu profundamente a população civil do Irã. A Força Aérea Israelense (IAF) afirmou ter atingido mais de 500 alvos, incluindo sistemas de defesa aérea e lançadores de mísseis em diversas localidades do país.

De acordo com informações da Sociedade Crescente Vermelho, ao menos 201 pessoas perderam suas vidas nos ataques conduzidos pelos Estados Unidos e por Israel. A organização civil humanitária também informou que 747 pessoas foram feridas no conflito. Além disso, a oficial Agência de Notícias da República Islâmica (Irna) reportou um dos ataques ter sido em uma escola de meninas na cidade de Minab, deixando pelo menos 85 alunas mortas.

A ofensiva militar foi desencadeada dois dias depois das negociações entre os americanos e os iranianos sobre o programa nuclear do Irã. O país afirma que a tecnologia nuclear tem fins pacíficos, mas Estados Unidos e alguns aliados não aceitam o desenvolvimento iraniano.

O governador da província de Hormuzgan, Ali Alizadeh, afirmou que os ataques atingiram um complexo esportivo, um salão ao lado de uma escola e mais dois locais residenciais. Ele também acredita que o número de mortes irá aumentar em virtude dos feridos.

A comunidade internacional reagiu à ofensiva com condenação. A ONU pediu um cessar-fogo na região, enquanto diversos países, incluindo o Brasil, repudiaram os ataques. Em retaliação aos atentados, o Irã lançou contra-ataques em território de países vizinhos que abrigam bases militares americanas.

O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Hamid Ghanbari, afirmou que seu país tem o direito de se defender. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou os ataques como uma medida para proteger os americanos no território iraniano.

A escalada da violência na região coloca em risco a estabilidade política e militar do Oriente Médio, levando à preocupação de que as consequências sejam sentidas por toda a comunidade internacional.

Com informações de Agência Brasil

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