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Ofensiva dos EUA e Israel deixa 201 mortos em solo iraniano, incluindo 85 estudantes

28 de Fevereiro de 2026 às 18:02

A escalada militar entre Estados Unidos e Irã deixou ao menos 201 mortos em solo iraniano, de acordo com a Sociedade Crescente Vermelho. A ofensiva dos EUA e Israel ocorreu após negociações sobre o programa nuclear do Irã. Países como o Brasil condenaram as ações da dupla e a ONU pediu um cessar-fogo na região para minimizar os danos à população civil

A escalada militar entre os Estados Unidos e a Irã deixou um rastro de mortos e feridos em solo iraniano. De acordo com as informações da Sociedade Crescente Vermelho, ao menos 201 pessoas perderam a vida na ofensiva desencadeada por Washington e Tel Aviv neste sábado (28). A organização humanitária também informa que mais de 700 pessoas foram atingidas.

O impacto foi sentido especialmente em uma escola de meninas localizada no sul do país, onde ao menos 85 alunos perderam a vida e outros 60 ficaram feridos. Cerca de cinquenta pessoas ainda estão sob as ruínas da construção.

A ofensiva dos Estados Unidos e Israel ocorreu apenas dois dias após uma rodada de negociações entre os americanos e iranianos sobre os limites do programa nuclear do Irã. O país afirma que a tecnologia nuclear tem fins pacíficos, mas Washington não aceita o desenvolvimento nuclear iraniano.

A reação internacional foi imediata: países como o Brasil condenaram a ofensiva desencadeada por Estados Unidos e Israel. A Organização das Nações Unidas (ONU) também pediu um cessar-fogo na região, buscando minimizar os danos causados à população civil.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou as ações do seu governo como uma medida necessária para proteger os americanos. No entanto, o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Hamid Ghanbari, rebateu essa afirmação e disse que o país tem o direito de se defender.

Em retaliação aos ataques dos Estados Unidos e Israel, a Irã lançou contra-ataque em países vizinhos que abrigam bases militares americanas. A escalada militar entre os dois lados ameaça levar à instabilidade na região, colocando milhares de pessoas em risco.

Enquanto o mundo assiste ao cenário político e militar cada vez mais tenso, a comunidade internacional busca uma solução para evitar um conflito ainda maior. A situação é considerada delicada e requer atenção imediata das principais potências mundiais para evitar que as consequências sejam irreversíveis.

Com informações de Agência Brasil

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