Mundo

Turista norte-americana gasta 50 mil dólares em resgate após acidente em cruzeiro por Honduras

23 de Julho de 2026 às 09:11

Turista norte-americana sofreu lesão genital grave ao saltar ao mar em Honduras durante cruzeiro. A vítima foi transferida para a Flórida, onde removeu um coágulo, com custos de resgate de US$ 50 mil. A empresa Carnival cobrou US$ 75 por hora pela permanência na enfermaria do navio

Uma turista norte-americana sofreu uma lesão genital grave após saltar ao mar durante uma excursão em uma ilha de Honduras, parada programada de um cruzeiro pelo Caribe. O acidente ocorreu quando Kirsten Lindsey caiu sobre uma corda secundária que estava presa à corda principal, sustentada por um andaime.

Evolução do quadro clínico

Imediatamente após a queda, a vítima não apresentou dores intensas, mas o estado de saúde deteriorou rapidamente em poucas horas. De acordo com o marido, Blake Ford, a paciente perdeu a capacidade de caminhar, necessitando de uma cadeira de rodas para retornar ao quarto no navio.

Ao ser encaminhada ao pronto-atendimento da embarcação, Lindsey apresentou um inchaço progressivo na região afetada. Diante da gravidade, a equipe médica recomendou a transferência imediata para um hospital na Flórida, nos Estados Unidos, para a realização do tratamento especializado.

Custos de resgate e tratamento

O processo de evacuação e socorro resultou em uma cobrança de US$ 50 mil (aproximadamente R$ 250 mil). O valor englobou a assistência médica e a logística de transporte, que consistiu em:

  • Trajeto de barco do navio até a Costa Maya, no México;
  • Transporte via ambulância até o aeroporto;
  • Voo para a Flórida.

Já no hospital americano, a paciente passou por um procedimento cirúrgico para a remoção de um coágulo com dimensões semelhantes às de uma bola de beisebol.

Cobranças adicionais

Além dos custos do resgate, a empresa Carnival, operadora do cruzeiro, efetuou cobranças pelo período de permanência da turista na enfermaria do navio. O custo do serviço de enfermagem foi fixado em US$ 75 por hora, valor que, segundo o cônjuge da vítima, não foi coberto pelo seguro.

Notícias Relacionadas