Bombardeios entre EUA, Israel e Irã continuam após mortes de autoridades iranianas
Os bombardeios realizados por forças militares dos Estados Unidos e Israel contra o Irã continuam a se intensificar desde sábado (28), resultando em novas mortes de autoridades do país persa. O porta-aviões USS Abraham Lincoln não foi atingido, mas navios iranianos foram afundados segundo Donald Trump. A Organização das Nações Unidas apelou à cessação imediata das hostilidades e ao início de negociações diretas entre as partes envolvidas
Conflito no Oriente Médio: Estados Unidos e Israel intensificam ataques ao Irã
Os bombardeios realizados por forças militares dos Estados Unidos e Israel contra o Irã continuaram a se intensificar desde sábado (28), com novas mortes de autoridades do país persa. O líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad foram confirmados como vítimas das operações militares.
As forças militares dos Estados Unidos e Israel utilizaram perfis nas redes sociais para anunciar os prejuízos impostos pelos bombardeios ao Irã. O porta-aviões USS Abraham Lincoln, segundo informações do Centcom, não foi atingido por mísseis do Irã.
O presidente Donald Trump afirmou em suas redes sociais que navios iranianos importantes foram afundados: "Acabei de ser informado de que destruímos e afundamos nove navios da Marinha iraniana, alguns deles relativamente grandes e importantes. Vamos atrás dos demais — em breve, eles também estarão no fundo do mar!"
As Forças de Defesa de Israel divulgaram uma publicação nas redes sociais que "todos os líderes terroristas de alto escalão do Eixo do Terror do Irã foram eliminados". O Ministério da Educação do Irã atualizou para 153 o número de meninas mortas no ataque a uma escola em Minab, no sul do país.
O Hospital Gandhi, localizado na capital Teerã, foi alvo de ataques aéreos israelenses e dos EUA. O Centcom informou que três militares americanos morreram e cinco tiveram ferimentos graves durante os ataques ao Irã. Ataques retaliatórios do Irã deixaram nove pessoas mortas e 28 feridas, segundo o serviço nacional de emergência médica e desastres israelense.
As agências de notícias Fars e Mizan publicaram um vídeo supostamente gravado dentro do hospital, mostrando destroços no chão entre cadeiras de rodas vazias. A situação continua a se intensificar, com novos relatos de mortes e ferimentos em ambos os lados envolvidos.
A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou uma declaração reiterando seu compromisso com a resolução pacífica dos conflitos. O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que "o uso de força militar não é um meio eficaz para resolver os problemas políticos e diplomáticos".
As Nações Unidas também apelaram à imediata cessação das hostilidades e ao início de negociações diretas entre as partes envolvidas. O secretário-geral da ONU destacou a importância de que todas as partes respeitem o princípio do Estado democrático.
A Organização dos Estados Americanos (OEA) também divulgou uma declaração expressando sua preocupação com os eventos no Oriente Médio e reiterando seu compromisso com a paz, segurança e estabilidade na região.