Política

Brasil se junta a 99 países e condena expansão de Israel na Cisjordânia

19 de Fevereiro de 2026 às 07:05

O Brasil se juntou a 99 países em uma declaração contra a expansão de Israel na Cisjordânia, considerada violação ao direito internacional e obstáculo para um acordo de paz justo. A medida permite aos colonos comprarem terras definitivas no Território Palestino Ocupado desde 1967. Os países reafirmam seu compromisso com a adoção de medidas que contribuam para o autodeterminismo palestino.

A Cisjordânia é uma das áreas reivindicadas pelos palestinos para um futuro Estado próprio e está sob controle militar israelense, com autonomia limitada. A decisão conjunta dos países reflete seu compromisso em trabalhar pela paz e justiça no Oriente Médio.

A nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil reitera a "rejeição a todas as medidas destinadas a alterar o status da região

Brasil e 99 países condenam expansão israelense na Cisjordânia

Nesta quarta-feira (18), o Brasil se juntou a outros 99 países em uma declaração conjunta que rejeita a expansão de Israel na Cisjordânia. A medida, aprovada no domingo pelo governo israelense, permite aos colonos comprarem terras definitivas na região ocupada pelos palestinos.

A nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil (MRE) reitera a "rejeição a todas as medidas destinadas a alterar a composição demográfica, o caráter e o status do Território Palestino Ocupado desde 1967". Essas medidas, segundo os países signatários da declaração, violam o direito internacional e minam os esforços em curso para alcançar um acordo de paz na região.

Os países também reafirmaram seu compromisso com a adoção de medidas que contribuam para a concretização do direito ao autodeterminismo dos palestinos. A declaração enfatiza a necessidade de enfrentar políticas ilegais de assentamentos e ameaças de deslocamento forçado e anexação.

A Cisjordânia é uma das áreas reivindicadas pelos palestinos para compor um futuro Estado próprio. A região está sob controle militar israelense, com autonomia palestina limitada em algumas áreas administradas pela Autoridade Palestina.

Israel justificou a medida como necessária à segurança nacional, enquanto a presidência palestina condenou a decisão como uma "anexação de fato" do território ocupado. A rejeição da expansão israelense na Cisjordânia é vista como um passo importante em direção ao alcance de um acordo de paz justa e duradoura, com base nas resoluções das Nações Unidas.

Os países signatários da declaração destacam a importância do princípio de "terra por paz", que prevê o estabelecimento de dois Estados democráticos: uma Palestina independente e soberana e Israel. Essa solução, reafirmada nas resoluções das Nações Unidas, é considerada essencial para garantir segurança e estabilidade na região.

A decisão conjunta dos países em condenar a expansão israelense na Cisjordânia reflete o compromisso de trabalhar juntos pela paz e justiça no Oriente Médio. A medida é vista como um sinal importante da determinação internacional em promover soluções pacíficas para os conflitos regionais.

A rejeição à expansão israelense na Cisjordânia também destaca a importância de respeitar o direito internacional e as leis das Nações Unidas. Os países signatários da declaração enfatizam que essas medidas são necessárias para evitar violações dos direitos humanos e promover um futuro mais estável na região.

A decisão conjunta é vista como uma importante contribuição para a promoção de soluções pacíficas nos conflitos regionais. A rejeição à expansão israelense na Cisjordânia destaca o compromisso dos países em trabalhar juntos pela paz e justiça no Oriente Médio.

A nota conjunta, divulgada pelo MRE, é um reflexo da determinação internacional de promover soluções pacíficas para os conflitos regionais. A rejeição à expansão israelense na Cisjordânia reflete o compromisso dos países em respeitar o direito internacional e as leis das Nações Unidas.

A decisão conjunta é vista como um sinal importante da determinação internacional em promover soluções pacíficas para os conflitos regionais. A rejeição à expansão israelense na Cisjordânia destaca a importância de respeitar o direito internacional e as leis das Nações Unidas.

A nota conjunta, divulgada pelo MRE, é um reflexo da determinação internacional de promover soluções pacíficas para os conflitos regionais. A rejeição à expansão israelense na Cisjordânia reflete o compromisso dos países em trabalhar juntos pela paz e justiça no Oriente Médio.

A decisão conjunta é vista como um sinal importante da determinação internacional em promover soluções pacíficas para os conflitos regionais. A rejeição à expansão israelense.

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