Política

Caiado propõe classificar facções criminosas como organizações terroristas caso seja eleito presidente

18 de Julho de 2026 às 18:02

O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado propôs classificar facções criminosas como organizações terroristas se for eleito. Durante evento em Trindade, ele também defendeu a redução da taxa de juros e a meta de chegar ao segundo turno do pleito

Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, anunciou que pretende propor a classificação de facções criminosas como organizações terroristas no Brasil, caso seja eleito. O compromisso foi firmado neste sábado (18), durante o Encontro Regional 'Pra Frente Goiás', ocorrido no Carreiródromo de Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, ao detalhar suas prioridades para os primeiros 100 dias de gestão.

Economia e Relações Internacionais

No campo econômico, o pré-candidato defendeu a redução da taxa de juros como estratégia para estimular novos investimentos no país. Caiado também comentou a situação diplomática e comercial brasileira, afirmando que o Brasil está sendo penalizado pelas recentes tarifas impostas pelos Estados Unidos.

Estratégia Eleitoral e Segurança Pública

Ao avaliar o cenário para a disputa presidencial, Caiado declarou que seu objetivo imediato é assegurar a vaga no segundo turno. Questionado sobre a concorrência com Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), ele afirmou que os problemas enfrentados pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foram gerados pelo próprio político.

O ex-governador reiterou a manutenção de sua pré-candidatura, mesmo com a entrada de Flávio Bolsonaro na disputa. Caiado assegurou que, se atingir a etapa final do pleito, derrotará o Partido dos Trabalhadores. A estratégia para vencer o PT consistirá em contrastar os indicadores de gestão de Goiás com os índices nacionais, focando especialmente no combate ao narcotráfico e à corrupção.

Gestão em Goiás

Durante o evento, Caiado apresentou um balanço de seu mandato como governador, argumentando que possui autoridade moral para assumir a Presidência por deter a experiência de governar. Dados da pesquisa Quaest corroboram a aceitação de sua gestão no estado, com 84% de aprovação e 11% de desaprovação.

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