Cuba denuncia política genocida dos EUA contra o seu povo, 67 anos após início do bloqueio econômico
O embaixador cubano, Adolfo Curbelo Castellanos, classificou o bloqueio econômico imposto pelos EUA à Cuba como "política genocida". Segundo ele, a medida visa privar a população de seus meios de subsistência. O país enfrenta uma crise energética após depender da importação de petróleo para 80% da energia consumida até 2023
O embaixador cubano no Brasil, Adolfo Curbelo Castellanos, classificou o bloqueio econômico e energético imposto pelos Estados Unidos à ilha caribenha como uma "política genocida". De acordo com ele, essa medida visa privar a população de seus meios de subsistência. O embaixador defende que Cuba não pode importar petróleo no exercício do seu direito soberano e afirma que os Estados Unidos violaram também a soberania dos demais países ao impor essas sanções.
O bloqueio, agora na sua 67ª ano de vigência, tem sido reforçado durante o governo Biden. O embaixador destaca que antes disso as medidas adicionais do primeiro mandato de Trump permaneceram em vigor. Ele também menciona a falta de petróleo e combustível para abastecer os aviões que transportam turistas.
O bloqueio tem causado uma crise energética no país, pois ele dependia até 2023 da importação de derivados de petróleo para cerca de 80% da energia consumida. A Agência Internacional de Energia (AIE) informa sobre essa situação. Além disso, o embaixador destaca que Cuba está enfrentando uma guerra não convencional.
Para combater a crise energética, o governo cubano tem adotado medidas de austeridade extrema e apostou na ampliação da energia solar e na solidariedade internacional. O país também trabalha para aumentar a extração e refino de petróleo no país.
O bloqueio, agora na sua 67ª ano de vigência, tem sido reforçado durante o governo Biden. O embaixador destaca que antes disso as medidas adicionais do primeiro mandato de Trump permaneceram em vigor. Ele também menciona a falta de petróleo e combustível para abastecer os aviões que transportam turistas.
O bloqueio tem causado uma crise energética no país, pois ele dependia até 2023 da importação de derivados de petróleo para cerca de 80% da energia consumida. A Agência Internacional de Energia (AIE) informa sobre essa situação. Além disso, o embaixador destaca que Cuba está enfrentando uma guerra não convencional.
Para combater a crise energética, o governo cubano tem adotado medidas de austeridade extrema e apostou na ampliação da energia solar e na solidariedade internacional. O país também trabalha para aumentar a extração e refino de petróleo no país.