Política

Em São Paulo, 56% de Ambulantes Trabalham Sem Autorização da Prefeitura

07 de Março de 2026 às 12:46

São Paulo abriga mais de 12 mil trabalhadores ambulantes com condições precárias. A pesquisa do Dieese revelou que apenas 39% desses profissionais têm permissão da prefeitura para trabalhar em via pública, enquanto a remuneração média é de R$ 3 mil por semana

São Paulo Concentra Mais de 12 Mil Trabalhadores Ambulantes, com Condições Precárias e Jornadas Extensas

Uma pesquisa inédita realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese) revela que a cidade de São Paulo abriga um número significativo de trabalhadores ambulantes, com condições precárias e jornadas extensas. De acordo com o estudo, mais da metade dos entrevistados (56%) trabalha sem permissão do Poder Público, enquanto 80% expressaram interesse em adquirir a autorização para exercer atividade.

A pesquisa identificou que os ambulantes são predominantemente homens (63%), com idades entre 31 e 50 anos de idade (40%). Além disso, mais da metade desses trabalhadores é composta por pretos ou pardos (53%) e imigrantes (31%), sendo a maior parte deles vindos da América do Sul.

Um dos principais problemas enfrentados pelos ambulantes é o direito ao trabalho em via pública. Apenas 39% disseram ter permissão da prefeitura para trabalhar onde atua, enquanto os demais (56%) trabalham sem autorização e encontram dificuldade para obtê-la devido aos altos custos ou burocracia.

Os ambulantes também enfrentam condições precárias em suas jornadas de trabalho. Enquanto 74% dos ocupados na cidade trabalham semanalmente por até 44 horas, os ambulantes têm uma taxa maior (56,5%) que ultrapassa essa marca e ainda mais da metade (44%) supera as 51 horas.

A remuneração média recebida pelos ambulantes é de R$ 3 mil, o que representa pouco mais da metade dos ganhos obtidos pelos demais ocupados na capital paulista. A pesquisa também apontou que a principal mercadoria comercializada é roupas (55%), seguida por alimentos preparados para consumo imediato.

O estudo foi realizado em julho e agosto do ano passado, ouvindo 2.772 ambulantes em 70 áreas de grande concentração da cidade. A pesquisa se concentrou apenas naqueles que trabalham em pontos fixos, revelando a necessidade urgente de políticas públicas para regularizar o trabalho dos ambulantes e melhorar as condições precárias enfrentadas por esses profissionais.

A análise do Dieese destaca que os dados indicam que "o trabalho ambulante é um ofício" e não uma atividade passageira. Além disso, a pesquisa ressalta o impacto das jornadas extensas nos trabalhadores, com 30% dos entrevistados tendo ultrapassado as 51 horas semanais.

A falta de regulamentação do trabalho em via pública e os altos custos para adquirir autorização são apenas alguns dos desafios enfrentados pelos ambulantes. A pesquisa é um alerta importante para a necessidade de políticas públicas que atendam às demandas desses trabalhadores, garantindo direitos básicos como o acesso ao trabalho em condições dignas e justas.

A cidade de São Paulo abriga mais de 12 mil trabalhadores ambulantes, com condições precárias e jornadas extensas. A pesquisa inédita realizada pelo Dieese é um alerta importante para a necessidade de políticas públicas que atendam às demandas desses profissionais.

A cidade precisa desenvolver políticas eficazes para regularizar o trabalho dos ambulantes, garantindo direitos básicos e condições dignas. Além disso, medidas concretas precisam ser implementadas para reduzir as jornadas extensas e melhorar a remuneração desses trabalhadores.

A falta de regulamentação do trabalho em via pública é um dos principais problemas enfrentados pelos ambulantes. Apenas 39% disseram ter permissão da prefeitura para trabalhar onde atua, enquanto os demais (56%) encontram dificuldade para obtê-la.

A principal mercadoria comercializada pelos ambulantes é roupas (55%), seguida por alimentos preparados para consumo imediato. A remuneração média recebida pelos ambulantes é de R$ 3 mil, o que representa pouco mais da metade dos ganhos obtidos pelos demais ocupados na capital paulista.

A pesquisa foi realizada em julho e agosto do ano passado, ouvindo 2.772 ambulantes em 70 áreas de grande concentração da cidade. A análise do Dieese ressalta que os dados indicam que "o trabalho ambulante é um ofício" e não uma atividade passageira.

A falta de regulamentação do trabalho em via pública e os altos custos para adquirir autorização são apenas alguns dos desafios enfrentados pelos ambulantes. A pesquisa é um alerta importante para a necessidade de políticas públicas que atendam às demandas desses trabalhadores, garantindo direitos básicos como o acesso ao trabalho em condições dignas e justas.

A cidade precisa desenvolver políticas eficazes para regularizar o trabalho dos ambulantes, garantindo direitos básicos e condições dignas. Além disso, medidas concretas precisam ser implementadas para reduzir as jornadas extensas e melhorar a remuneração desses trabalhadores.

A falta de regulamentação do trabalho em via pública é um dos principais problemas enfrentados pelos ambulantes. Apenas 39% disseram ter permissão da prefeitura para trabalhar onde atua, enquanto os demais (56%) encontram dificuldade para obtê-la.

A principal mercadoria comercializada pelos ambulantes é roupas (55%), seguida por alimentos preparados para consumo imediato. A remuneração média recebida pelos ambulantes é de R$ 3 mil, o que representa pouco mais da metade dos ganhos obtidos pelos demais ocupados na capital paulista.

A pesquisa foi realizada em julho e agosto do ano passado, ouvindo 2.772 ambulantes em 70 áreas de grande concentração da cidade. A análise do Dieese ressalta que os dados indicam que "o trabalho ambulante é um ofício" e não uma atividade passageira.

A falta de regulamentação do trabalho em via pública e os altos custos para adquirir autorização são apenas alguns dos desafios enfrentados pelos ambulantes. A pesquisa é um alerta importante para a necessidade de políticas públicas que atendam às demandas desses trabalhadores, garantindo direitos básicos como o acesso ao trabalho em condições dignas e justas.

A cidade precisa desenvolver políticas eficazes para regularizar o trabalho dos ambul.

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