Haddad sugere Guilherme Mello à diretoria do Banco Central
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação do secretário de Política Econômica Guilherme Mello para uma vaga na diretoria do Banco Central. A nomeação é objeto de discussão e permanece incerto se o presidente aceitará a sugestão. Duas vagas estão disponíveis desde 2025, quando os mandatos dos ex-diretores terminaram
Ministro da Fazenda sugere nomeação para diretoria do Banco Central
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou uma indicação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o preenchimento de vagas na diretoria do Banco Central. De acordo com fontes próximas à situação, Haddad sugeriu a nomeação de Guilherme Mello para uma das duas vagas disponíveis.
Mello é secretário de Política Econômica no Ministério da Fazenda e tem sido um defensor da redução da taxa básica de juros. Atualmente em 15%, essa taxa está em seu nível mais alto nas últimas quase duas décadas.
Haddad já defendeu a política econômica que Mello também apoia, que prioriza o investimento público e o papel estatal na regulação da oferta de moeda, ao invés de depender exclusivamente da política monetária.
A diretoria do Banco Central tem sido um tema relevante nos últimos meses. Apenas sete membros participaram da decisão recente sobre a manutenção inalterada da taxa Selic pela quinta reunião consecutiva, sinalizando que as taxas começarão a cair na próxima reunião em março.
A indicação de Mello não é sem precedentes. O presidente Lula já aceitou sugestões do ministro Haddad anteriormente, como no caso da nomeação do atual líder da diretoria do Banco Central, Gabriel Galípolo. No entanto, permanece incerto se o presidente acatará a indicação de Mello desta vez.
A decisão sobre as vagas na diretoria é uma oportunidade para Lula demonstrar seu apoio à política econômica defendida por Haddad e Mello. A resposta do presidente ao pedido de nomeação será um sinal importante sobre como o governo se posicionará em relação às políticas econômicas nos próximos meses.
A indicação de Guilherme Mello também destaca a influência que os economistas estruturalistas têm na política econômica atual. Essa corrente defende a intervenção estatal para impulsionar a produção e regular a oferta de moeda, em vez de depender apenas da política monetária.
A nomeação de Mello seria um passo importante na implementação dessas políticas, mas permanece incerto se o presidente Lula aceitará essa indicação. A decisão será crucial para entender como o governo priorizará as políticas econômicas nos próximos meses e qual é a direção que ele deseja dar à economia do país.
A diretoria do Banco Central tem duas vagas desde 2025, quando os mandatos dos ex-diretores Diogo Guillen e Renato Gomes terminaram. A decisão sobre esses cargos será um teste para o presidente Lula em relação às suas políticas econômicas e à sua capacidade de implementar as mudanças que ele deseja na economia do país.
A resposta ao pedido de nomeação é uma oportunidade para Lula demonstrar seu apoio à política econômica defendida por Haddad e Mello. A decisão será crucial para entender como o governo priorizará as políticas econômicas nos próximos meses e qual é a direção que ele deseja dar à economia do país.
A indicação de Guilherme Mello também destaca a influência que os economistas estruturalistas têm na política econômica atual. Essa corrente defende a intervenção estatal para impulsionar a produção e regular a oferta de moeda, em vez de depender apenas da política monetária.
A nomeação de Mello seria um passo importante na implementação dessas políticas, mas permanece incerto se o presidente Lula aceitará essa indicação. A decisão será crucial para entender como o governo priorizará.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou uma indicação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o preenchimento de vagas na diretoria do Banco Central. De acordo com fontes próximas à situação, Haddad sugeriu a nomeação de Guilherme Mello para uma das duas vagas disponíveis.
Mello é secretário de Política Econômica no Ministério da Fazenda e tem sido um defensor da redução da taxa básica de juros. Atualmente em 15%, essa taxa está em seu nível mais alto nas últimas quase duas décadas.
Haddad já defendeu a política econômica que Mello também apoia, que prioriza o investimento público e o papel estatal na regulação da oferta de moeda, ao invés de depender exclusivamente da política monetária.
A diretoria do Banco Central tem sido um tema relevante nos últimos meses. Apenas sete membros participaram da decisão recente sobre a manutenção inalterada da taxa Selic pela quinta reunião consecutiva, sinalizando que as taxas começarão a cair na próxima reunião em março.
A indicação de Mello não é sem precedentes. O presidente Lula já aceitou sugestões do ministro Haddad anteriormente, como no caso da nomeação do atual líder da diretoria do Banco Central, Gabriel Galípolo. No entanto, permanece incerto se o presidente acatará a indicação de Mello desta vez.
A decisão sobre as vagas na diretoria é uma oportunidade para Lula demonstrar seu apoio à política econômica defendida por Haddad e Mello. A resposta do presidente ao pedido de nomeação será um sinal importante sobre como o governo se posicionará em relação às políticas econômicas nos próximos meses.
A indicação de Guilherme Mello também destaca a influência que os economistas estruturalistas têm na política econômica atual. Essa corrente defende a intervenção estatal para impulsionar a produção e regular a oferta de moeda, em vez de depender apenas da política monetária.
A nomeação de Mello seria um passo importante na implementação dessas políticas, mas permanece incerto se o presidente Lula aceitará essa indicação. A decisão será crucial para entender como o governo priorizará as políticas econômicas nos próximos meses e qual é a direção que ele deseja dar à economia do país.
A diretoria do Banco Central tem duas vagas desde 2025, quando os mandatos dos ex-diretores Diogo Guillen e Renato Gomes terminaram. A decisão sobre esses cargos será um teste para o presidente Lula em relação às suas políticas econômicas e à sua capacidade de implementar as mudanças que ele deseja na economia do país.
A resposta ao pedido de nomeação é uma oportunidade para Lula demonstrar seu apoio à política econômica defendida por Haddad e Mello. A decisão será crucial para entender como o governo priorizará as políticas econômicas nos próximos meses e qual é a direção que ele deseja dar à economia do país.
A indicação de Guilherme Mello também destaca a influência que os economistas estruturalistas têm na política econômica atual. Essa corrente defende a intervenção estatal para impulsionar a produção e regular a oferta de moeda, em vez de depender apenas da política monetária.
A nomeação de Mello seria um passo importante na implementação dessas políticas, mas permanece incerto se o presidente Lula aceitará essa indicação. A decisão será crucial para entender como o governo priorizará.