Apple apresenta novas funções de acessibilidade com inteligência artificial para o iOS 27
A Apple anunciou quatro novas funções de acessibilidade para o iOS 27, integradas à Apple Intelligence. As atualizações incluem melhorias no VoiceOver, Magnifier, Voice Control e a criação do Accessibility Reader. As ferramentas visam ampliar a autonomia de pessoas com deficiências visuais e de leitura

A Apple apresentou quatro novas funcionalidades de acessibilidade integradas à Apple Intelligence, com previsão de lançamento no iOS 27. As atualizações focam na autonomia de usuários com deficiências visuais e dificuldades de leitura, utilizando inteligência artificial para a interpretação de dados e controle de dispositivos.
No VoiceOver, a ferramenta Image Explorer passa a oferecer descrições detalhadas de fotografias e documentos digitalizados. Além disso, a integração com o botão de Ação do iPhone permite que o Reconhecimento ao Vivo responda a perguntas específicas sobre a imagem capturada pela câmera em tempo real.
O aplicativo Magnifier também recebe aprimoramentos, introduzindo descrições visuais em interfaces de alto contraste. A ferramenta agora aceita comandos de voz para funções como acionamento da lanterna ou ajuste de zoom, além de utilizar o botão de Ação para interações visuais rápidas.
Para a navegação no sistema, o Voice Control passa a operar via linguagem natural. A função "diga o que você vê" possibilita a movimentação por qualquer aplicativo, inclusive em interfaces com layouts visuais complexos, como o Apple Maps. Já o Accessibility Reader foi desenvolvido para auxiliar pessoas com dislexia e outras deficiências de leitura, permitindo a tradução de alta fidelidade e a criação de resumos de textos extensos sob demanda.
A divulgação desses recursos ocorreu poucas horas antes do evento I/O do Google, momento em que a empresa americana deve apresentar novas capacidades do Gemini para o Android 17. A estratégia de lançamento coincide com a análise de Mark Gurman, da Bloomberg, que aponta que a Apple levará de um a dois anos para equiparar a performance de sua inteligência artificial às funcionalidades atuais do concorrente.