Política

Nunes Marques é eleito presidente do Tribunal Superior Eleitoral nesta terça-feira

14 de Abril de 2026 às 10:27

O ministro Nunes Marques assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral em votação simbólica nesta terça-feira (14), às 19h, seguindo o critério de antiguidade. Ele substitui Cármen Lúcia, com mandato até maio. André Mendonça passa à vice-presidência e Dias Toffoli ocupa a vaga de membro efetivo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza, nesta terça-feira (14), às 19h, a votação simbólica para a eleição do ministro Nunes Marques como novo presidente da Corte. A escolha ocorre por critério de antiguidade entre os membros do Supremo Tribunal Federal (STF) que integram o órgão. Marques, que atualmente ocupa a vice-presidência, sucede a ministra Cármen Lúcia, cujo mandato de dois anos se encerra no final de maio.

A saída antecipada da ministra visa facilitar a transição de gestão diante da proximidade do calendário eleitoral. Embora pudesse permanecer no tribunal até agosto, Cármen Lúcia manifestou a intenção de deixar o cargo para se dedicar integralmente às atividades no STF. Com a mudança, o ministro André Mendonça assume a vice-presidência do TSE, enquanto o ministro Dias Toffoli preenche a vaga de membro efetivo deixada pela atual presidente.

Natural de Teresina (PI) e com 53 anos, Nunes Marques foi indicado ao Supremo em 2020 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, ocupando a cadeira do aposentado Celso de Mello. Sua trajetória profissional inclui 15 anos de advocacia, atuação como juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí e o cargo de desembargador no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília.

A estrutura do TSE é formada por sete ministros, divididos entre três representantes do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pela Presidência da República, além de seus respectivos substitutos. Após a saída de Cármen Lúcia, o colegiado será composto por Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli, pelo STF; Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva, pelo STJ; e pelos juristas Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha.

Com informações de Agência Brasil

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