Justiça

Polícia Federal conclui que investigado por fraudes no Banco Master cometeu suicídio em Belo Horizonte

24 de Abril de 2026 às 06:09

A Polícia Federal concluiu que Luiz Phillipi Mourão cometeu suicídio em 4 de março na superintendência em Belo Horizonte. O relatório, enviado ao ministro André Mendonça, descarta intervenção externa na morte do investigando da Operação Compliance Zero. Mourão atuava na obtenção de informações sigilosas para o proprietário do Banco Master

A Polícia Federal encerrou, nesta quinta-feira (23), o inquérito que investigou a morte de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como "Sicário". O relatório final da corporação concluiu que o homem cometeu suicídio no dia 4 de março, enquanto estava detido na carceragem da superintendência da PF em Belo Horizonte. O episódio ocorreu poucas horas após a sua prisão, efetuada durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master.

As conclusões da Polícia Federal descartam a existência de intervenção externa no ocorrido. O documento foi encaminhado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autoridade que havia determinado a abertura da apuração.

Durante as investigações, foi estabelecido que Mourão atuava como ajudante de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master e também preso. Sob a alcunha de "Sicário", ele desempenhava a função de monitorar e obter informações sigilosas de indivíduos vistos como adversários aos interesses do banqueiro.

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