Entidades de previdência complementar atingem superávit de R$ 17 bilhões, o maior desde 2013
As entidades fechadas de previdência complementar fecharam 2025 com superávit de R$ 17 bilhões e rentabilidade média de 13,23%. Segundo a Previc, o resultado deriva do saldo entre R$ 39 bilhões em planos superavitários e R$ 22 bilhões em deficitários
As entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) encerraram o ano de 2025 com um superávit de R$ 17 bilhões e rentabilidade média de 13,23%. O desempenho é o mais expressivo da série histórica desde 2013, quando o sistema registrou um superávit de R$ 18 bilhões.
Conforme dados da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), o resultado final é reflexo do saldo entre os R$ 39 bilhões contabilizados em planos superavitários e os R$ 22 bilhões de planos deficitários.
Atualmente, os fundos de pensão administram aproximadamente R$ 1,4 trilhão em ativos no Brasil. Estruturadas como fundações ou sociedades civis, essas instituições não possuem fins lucrativos e operam planos de previdência privada destinados exclusivamente a empregados de empresas ou a membros de associações profissionais.